Em um momento adverso na história da humanidade, em que bilhões de pessoas clamam por paz e segurança; em que muitos literalmente gritam para que se acabem os atentados terroristas do Estado Islâmico; para que cessem as desigualdades sociais e econômicas; para que se encerre as decisões arbitrárias das nações mais poderosas sobre os menos afortunados; para que as guerras não existam mais, etc.; duas espécies diferentes de #Animais dão uma verdadeira lição de amor, tolerância e ajuda mútua diante das pessoas que têm um mínimo sequer de senso crítico. 

Trata-se da história do gambazinho de nome Poncho e da cadela chamada Hantu – poderia até ser mais um clássico de desenho animado dos estúdios da Walt Disney.

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Em um determinado dia na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, foi encontrado ao lado do corpo de sua mãe, o filhotinho de gambá Poncho, a qual, infelizmente, havia sido atropelada. 

O pequeno animal estava sozinho, demonstrando fragilidade e medo, tendo pouquíssimas chances de sobrevivência mediante um contexto tão inóspito e desolador. Porém, os veterinários norte-americanos se revezaram cuidando e tratando de Poncho; no entanto, o gambá necessitava urgentemente do relacionamento instintual com uma “mãe”. Como resolver este impasse, a princípio sem solução? É aí que entra em cena a cachorra Hantu anteriormente mencionada. 

Hantu, uma cadela da raça pastor alemão, como que por uma tremenda coincidência, não possuía nenhum filhote e o pequeno gambá Poncho ficou órfão sob condições trágicas.

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Daí em diante, o que aconteceu simplesmente foi que as duas espécies distintas se uniram de um modo simplesmente inseparável até os dias de hoje, tanto que está sendo veiculado um vídeo de curta duração na internet e redes sociais, que resume muito bem a história dos dois animais. Vídeo esse que se transformou em um verdadeiro “#Viral do bem” e tem levado uma imensidão de pessoas dos choros de sensibilidade aos sorrisos de felicidade. 

Enfim, Poncho já está crescido, todavia ainda continua andando pendurado no que pode ser chamado de “colo” da cachorra Hantu. Os dois hoje vivem em uma espécie de santuário ou organização chamada Rare Species Fund, que tem por alvo o trabalho de preservação de várias espécies selvagens. Que exemplo de amor e dedicação entre seres-vivos “diferentes” diante de um mundo cada vez mais competitivo e egoísta, conforme sugerido nos noticiários veiculados nos últimos dias sobre a dupla em questão. #Cães