No início de outubro, mais um massacre chocou os norte-americanos. Dessa vez a tragédia ocorreu em uma universidade no Estado do Oregon, onde um jovem assassinou a tiros nove pessoas e deixou sete feridas.

A reincidência de casos dessa natureza, em que morrem quatro pessoas ou mais, reacende no país a discussão sobre o porte de armas da sua população. Por lá, há uma proteção constitucional à liberdade do porte de armas, porém, o assunto tem ganhado força e se tornou pauta entre os candidatos à Presidência.

A pré-candidata do partido Democrata, Hillary Clinton, se pronunciou a respeito defendendo uma política de controle maior e, consequentemente, uma prevenção da #Violência com as armas longe das mãos erradas.

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Duas das bases da proposta de Hillary são um sistema de verificação de antecedentes dos compradores de armas e um controle maior sobre a venda ilegal, que pode representar de 20 a 40% do armamento comercializado no país.

De acordo com estatísticas divulgadas pelo jornal The Washington Post, até o início de outubro ocorreram 294 massacres em 274 dias apenas nos Estado Unidos. Para o presidente do Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa: “Essa 'pesquisa' apresentada por alguns grandes jornais americanos é completamente tendenciosa, uma vez que não considera o fato motivador. Na maioria dos casos, tal qual no Brasil, quem estava envolvido nesses crimes, tanto as que mataram como as que morreram, eram pessoas com longo histórico criminal, envolvimento com gangues e, não raramente, nada mais foi que acerto de contas entre bandidos rivais.

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Da mesma forma que suprimem o fato dos ataques que ocorrem, excetuados os explicados por mim acima, exatamente onde há as chamadas 'Gun Free Zones', ou seja, em locais onde a lei proíbe armas!” #EUA