A sexta-feira 13 parisiense ficou marcada pelo massacre de inocentes. O atentado da noite de hoje se tornou a maior tragédia em solo francês desde o final da segunda guerra mundial. Até o momento o número de mortos é de 153 pessoas, sendo que 118 foram mortas na casa de espetáculo Bataclan (que fica localizada no centro de Paris), já as outras 35 pessoas foram mortas em outros dois tiroteios e explosões que aconteceram simultaneamente na capital francesa.

Os terroristas que atacaram o Bataclan estavam armados com fuzil e atiraram a sangue frio em todas as pessoas que foram encontrando pela frente, no momento do tiroteio estava ocorrendo uma apresentação de uma banda americana, Eagles of Death Metal no local. 

Além da casa de show Bataclan, também ocorreram ataques liderados por terroristas do lado de fora do State de France (local onde se encontrava o presidente da França, François Hollande), foi possível escutar as explosões dentro do estádio onde acontecia um dos maiores clássicos europeus de futebol: o amistoso entre Alemanha e França - o jogo foi até o final, pois durante as explosões os torcedores não perceberam que se tratava de um atentado terrorista.

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Porém, após o fim da partida houve um pequeno tumulto para a evacuação do local (que foi o momento que o público entendeu o que estava acontecendo). 

Outro ponto francês que também foi palco dos atentados desta noite foi o restaurante chamado Le Pettit Cambodge, localizado no Distrito 13 da capital francesa. O Itamaraty confirmou que há dois brasileiros feridos nos ataques de Paris, porém, ainda não se sabe o estado de saúde deles.

Após os atentados ocorridos, o presidente francês, François Hollande, se pronunciou oficialmente por meio da rede nacional de televisão francesa, anunciou algumas medidas, como: o "estado de emergência" nacional, que é uma lei que permite medidas extremas, como, por exemplo, fechar ruas, estabelecimentos, etc. A segunda medida foi o fechamento de suas fronteiras. 

É importante lembrar que os ataques de hoje aconteceram 10 meses após o massacre no jornal Charlie Hebdo, no qual foram assassinadas 17 pessoas.

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Até o momento nenhum grupo terrorista reivindicou os atentados ocorridos em Paris. 

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