Logo após os intensos ataques ordenados pelo autoproclamado #Estado Islâmico em Paris, na sexta-feira (13), o presidente da França, François Hollande, foi direto e claro: “A partir de agora, a nossa luta contra o #Terrorismo será implacável”. Dito e feito. Dois dias depois, caças do país europeu atacaram pelo ar algumas bases do grupo jihadista na Síria.

Um posto de comando e um campo de treinamento dos combatentes ficaram destruídos após os ataques dos caças franceses realizado sobre Raqqa, no leste da Síria. O Ministério da Defesa francês deu mais detalhes da operação por meio de comunicado oficial.

“O #Ataque incluiu 10 caças, que foram lançados concomitantemente dos Emirados Árabes Unidos e da Jordânia.

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Foram lançadas 20 bombas”, informou o órgão, incluindo a informação de que o ataque foi realizado na noite de domingo.

“O primeiro alvo era um posto de comando do EI, que servia para recrutar jihadistas e depósito de armamento. O segundo era um campo de treinamento dos combatentes”, acrescentou.

Pelo horário de Brasília, os dois ataques foram realizados, respectivamente, às 16h50 e 17h50. O bombardeio contou com o apoio organizacional dos Estados Unidos, que seguem liderando a coalização internacional contra o Estado Islâmico.

A França atua contra o grupo terrorista há mais de um ano com um contingente de 700 soldados e caças Mirage 2000 e Rafale. No entanto, o país intensificou suas ofensivas no final de setembro, o que revoltou os jihadistas. No comunicado em que reivindicava os atentados de sexta-feira, o EI chegou a citar que os caças franceses matavam consecutivamente “jovens e idosos” em território sírio.

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