A presidente #Dilma Rousseff esteve na Turquia com a cúpula do G-20 - maiores economias do mundo. Em um discurso rápido, a representante do Brasil disse aos líderes do BRICS - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - que reiterava a sua cooperação no combate sem tréguas com a onda de #Terrorismo que tem assolado o mundo.

Os demais líderes do BRICS também apoiaram as palavras de Dilma e entraram oficialmente na luta contra o #Estado Islâmico (EI) e demais organizações criminosas do mundo. O Itamaraty emitiu nota oficial informando que os líderes do BRICS decidiram fortalecer a cooperação contra o Estado Islâmico no mundo.

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A notícia também foi replicada nas redes sociais oficiais.

A presidente Dilma declarou que as atrocidades que Paris viveu há três dias tornam urgente que a comunidade internacional se una para combater, 'sem tréguas', as ações do Estado Islâmico. Os demais participantes do evento concordaram com as palavras de Dilma.

Guerra declarada

Já faz alguns anos que grupos terroristas, sobretudo Estado Islâmico e Al-Qaeda, demonstram interesse em realizar atentados a fim de conseguir domínio de território e conversão à Shari´a (lei islâmica).

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Nunca o mundo deu a devida atenção, pois acreditava-se que os atos terroristas estavam limitados a países do Oriente Médio. Entretanto, nos últimos dois anos, isso começou a mudar.

O ano passado, o EI começou a executar cristãos e a gravar vídeos das execuções para divulgação, dizendo que aquele seria o fim de toda a 'nação da cruz'. Os crimes se estenderam a judeus, mulheres, idosos, crianças e qualquer muçulmano que seja contrário às ações extremistas do grupo.

Em junho do ano passado, líderes do EI divulgaram um vídeo em que diziam que dominariam Paris, derrubariam a Torre Eiffel, atacariam Roma, Londres e Espanha e reconquistariam a antiga região do Al-Andalus, onde hoje existem os países de Portugal, Espanha e França.

Após os ataques contra o território dominado pelos terroristas, os mesmos ameaçaram fazer retaliações. Na quinta-feira ameaçaram atacar a Rússia, na sexta-feira atacaram Paris como uma 'lição' pelo bombardeio de caças franceses que destruíram uma base de petróleo dos terroristas.

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No sábado convocaram outros terroristas que estão na França para fazerem mais ataques em alvos já prontos e reforçaram que os próximos alvos são Roma, Londres e Washington.

O presidente francês declarou que os atentados foram um crime de guerra e dezenas de outros países entraram, declaradamente, em uma guerra contra o terrorismo. O grupo deixou claro que enquanto forem atacados, os países que o fizerem terão medo até de ir ao mercado. Mesmo que deixem de ser atacados, os extremistas continuam com o seu principal objetivo: fazer o islã dominar o mundo.