Em um estudo que pode ser essencial também para os nossos milhares de imigrantes que estão vivendo na #Europa nesse momento, seis mil imigrantes portugueses quiseram demonstrar a importância da escolha de um bom país para imigrar. Segundo informa o “Jornal de Notícias”, a maioria deles escolhe sair de seu país para procurar um lugar onde consiga receber um maior salário e melhor condições de vida, porém nem sempre isso acontece. Luxemburgo, França e Espanha são os países que menos pagam e mais discriminam seus trabalhadores que chegam de fora.

Tal como acontece com muitos povos, os brasileiros e também os portugueses olham para muitos países europeus como uma enorme oportunidade para melhor suas vidas, pois todos eles praticam salários muito acima da média em países como Brasil e Portugal, por exemplo.

Publicidade
Publicidade

Contudo, segundo um estudo feito, há mais de seis mil imigrantes portugueses, apenas Noruega, Suécia e Suíça garantem as condições necessárias para uma subida de qualidade de vida de seus imigrantes, conseguindo ganhar, em média, 4 vezes mais do que os salários do seu país, que ainda está recuperando de uma #Crise econômica profunda.

Em contrapartida, Luxemburgo, França e Espanha são os países que, mesmo recebendo centenas de milhares de portugueses e brasileiros todos os anos, não conseguem subir seus salários pagos aos imigrantes, que muitas vezes vivem na miséria, mesmo trabalhando dezenas de horas por dia. Na verdade, muitos desses imigrantes portugueses falam de um autêntico pesadelo e discriminação, pois eles, mesmo tendo os mesmos cargos que os franceses, recebem muito menos que eles.

Publicidade

Ainda assim, segundo afirmam os seis mil imigrantes que deixaram seu sincero testemunho, vale a pena imigrar, pois, apesar do custo de vida ser muito maior nesses países, o fato de receberam o triplo ou o quádruplo faz com que eles possam viver uma vida mais despreocupada, conseguindo muitas vezes juntar muito dinheiro para sua aposentadoria, retornando depois para Portugal. O mesmo acontece com milhares de brasileiros, que costumam enfrentar problemas e desafios semelhantes que os portugueses, algo que poderá mudar mais rapidamente com estudos como esse. #Crise migratória