Americanos na Bélgica foram recomendados "para permanecer em casa" depois que as autoridades locais advertiram que a ameaça de um ataque terrorista na capital do país é grave e iminente.

A Embaixada dos EUA em Bruxelas emitiu a recomendação aos cidadãos americanos, pois a cidade foi colocada em quarentena em resposta à ameaça terrorista. O centro nacional de crise elevou o alerta de uma nova ação de #Terrorismo nesse sábado (21) a seu nível mais elevado, com a polícia belga continuando a procurar um suspeito dos ataques que mataram 130 pessoas em Paris e ferindo outras 350.

Em um comunicado em seu site nesse sábado, a embaixada informou aos cidadãos americanos que "se você precisar sair, evite grandes multidões". O aviso também pediu que os cidadãos dos EUA andem com "cautela nos sistemas públicos de transporte, eventos esportivos, áreas residenciais, escritórios comerciais, shoppings e outros destinos turísticos".

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Líderes belgas elevaram o alerta de terrorismo para o Nível 4, o que indica uma "ameaça grave e imediata". O primeiro-ministro Charles Michel disse que a decisão de aumentar o nível de alerta foi tomada "com base em informações bastante precisas sobre o risco de um ataque como o que aconteceu em Paris, onde vários indivíduos com armas e explosivos lançaram ações terroristas em vários lugares ao mesmo tempo".

Policiais fortemente armados e soldados patrulhavam cruzamentos principais da capital belga neste sábado de manhã, uma cidade de mais de 1 milhão de habitantes, que abriga a sede da #União Europeia, além de ser a residência de muitas autoridades da OTAN. Moradores belgas também foram recomendados pelas autoridades do país a evitar aglomerados, estações de trem, aeroportos e zonas comerciais. 

O serviço de transporte foi interrompido no metro de Bruxelas, bem como em linhas de bonde que correm no subsolo, e os moradores foram convidados a ficar em casa.

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Autoridades de toda a Europa, Oriente Médio e Washington estão tentando determinar como uma rede de nacionalistas franceses e belgas com ligações a extremistas islâmicos na Síria planejaram e executaram o ato de violência mais mortal na França desde a Segunda Guerra Mundial - e quantos ainda podem estar a solta.

Marcando uma semana desde a carnificina, alguns parisienses acenderam velas e prestaram homenagem às vítimas com reflexão silenciosa. Eles cantaram e dançaram na Place de la Republique, no coração de um bairro moderno, onde dezenas de pessoas foram mortas, a maioria delas no ataque na sala de concertos Bataclan. #Estado Islâmico