Portugal, apesar de ser um país muito pequeno, pode ser enorme na luta contra o #Estado Islâmico. Quem o afirma é Robert Scherman que, em entrevista à rádio “TSF”, confessou que Portugal tem que ter um papel direto na luta contra o #Terrorismo, sobretudo pelas suas capacidades invulgares. Dando o exemplo dos atentados de Paris, o embaixador dos Estados Unidos confessou que nenhum país nesse mundo está livre de ser vítima de atentados terroristas, sobretudo pelo Estado Islâmico que parece cada vez mais perigoso a cada dia que passa.

“Portugal é um país pequeno, pelo menos em seu território, mas tem potencialidades importantes para a intervenção no terreno.

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O país tem condições para combater ativamente o terrorismo”, confessou Scherman em uma conferência de Segurança transmitida pela rádio “TSF”, fazendo entender que o posicionamento peculiar de Portugal pode ser decisivo em termos estratégicos no combate às ameaças futuras.

Na verdade, o local geográfico onde se encontra Portugal sempre agradou historicamente a diversos países, sendo que atualmente existem bases militares em território português, como é o caso dos Estados Unidos que têm uma nas Lajes, nos Açores. Também em um artigo publicado pelo Estado Islâmico no mês de agosto, o grupo terrorista confessa que Portugal tem bastante interesse por ser uma “pequeno local na #Europa onde podiam organizar seus ataques”. Mas será que um país que está atravessando uma crise tão grande vai combater ativamente o maior grupo terrorista mundial?

O atual Governo português já confessou que os portugueses nunca iriam virar as suas costas à luta contra o terrorismo e, caso fossem chamados, iriam combater o Estado Islâmico como tantos outros países europeus estão começando a fazer nesse momento.

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Tal como confessou o embaixador dos Estados Unidos, Robert Scherman, ainda que pequeno em dimensão, Portugal tem capacidades tremendas para as intervenções no terreno, sobretudo por causa do seu posicionamento único no globo. Essas afirmações dão assim uma nova esperança no combate ao Estado Islâmico, pois claramente os aliados tem mais um importante fator a seu lado contra o Estado Islâmico.