A onda de terror na capital francesa ainda não chegou ao fim. Depois de mais de cento e cinquenta vidas serem ceifadas por jihadistas, o grupo intitulado '#Estado Islâmico' gravou um vídeo e o publicou na internet, onde convoca seus seguidores á realizarem uma grande 'guerra santa' contra a França.

A 'inspiração' para uma possível continuação das execuções no país se deve ao fato das fronteiras estarem fechadas, impossibilitando os 'seguidores' do grupo terrorista de saírem da França para entrar na Síria.

A agência Reuters divulgou, com exclusividade, a tradução do vídeo em árabe, onde um terrorista acompanhado de vários outros, afirma que 'qualquer um pode combater os infiéis', se referindo àqueles que não seguem o islamismo.

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Vale ressaltar que seguir a religião islã não significa ser terrorista. O Estado Islâmico executa, inclusive, muçulmanos que não concordam com a carnificina realizada todos os dias em países do Oriente Médio. O aumento do número de refugiados no mundo se deve as perseguições que as pessoas tem sofrido por causa desse e de outros grupos semelhantes ao EI.

O grupo também questionou no vídeo sobre 'o que os seguidores estão esperando para começar a agir', pois eles possuem carros e armas suficientes para combater os infiéis franceses. Além disso, deixam claro que já existem alvos prontos para serem atingidos na França.

Para finalizar, o extremista afirma que o EI possui, inclusive, veneno para envenenar a comida e a água dos 'inimigos de allah'. A publicação deixou muitos franceses em pânico com medo de serem vitimas do grupo mesmo se estiverem trancados em casa, devido a afirmação de possibilidade de envenenamento.

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O Exército francês está nas ruas desde a noite de sexta-feira a fim de reforçar a segurança e conter toda a qualquer ação terrorista que possa vir a acontecer. O país está em estado de urgência, o que significa que o presidente tem autonomia para mandar fechar fronteiras e impedir circulação na França. Com o exército nas ruas, o país enfrenta seu primeiro estado de guerra desde a 'segunda guerra mundial'.  #Terrorismo #Ataque