As autoridades gregas consideram muito difícil, ou mesmo quase impossível controlar quem está entrando em território europeu: se são somente #Refugiados que merecem todo o respeito no continente ou então se são pessoas potencialmente perigosas ligadas ao #Estado Islâmico. Tal como informa o site “Notícias ao Minuto”, algumas pessoas estão traficando passaportes falsos para muitos refugiados conseguirem entrar em barcos sem serem registados ou sem terem suas impressões digitais analisadas. “Ao contrário do que todo o mundo pensa, é muito fácil e entrar e sair da Europa sem ser detectado”, confessou Christophe Naudin, uma pessoa especializada na falsificação de documentos.

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Tal como o Estado Islâmico já garantiu que conseguiu infiltrar milhares de soldados no coração da Europa nos últimos meses por causa dos refugiados sírios, as autoridades gregas também garantem que essa situação pode estar acontecendo com regularidade, porque é quase impossível saber quem pode ser ou não um jihadista ou então um refugiado de respeito.

“Se não estiveram já registados em uma larga base de dados é quase impossível o controle total de quem entra em nosso território”, garantiu recentemente Dimitris Amountzias, um dos capitães das autoridades que estão controlando as fronteiras gregas. Especialista na falsificação de documentos, Christophe Naudin, também revelou vários problemas que a Europa está enfrentando por causa da situação dos refugiados: “Não se sabe verdadeiramente quem passa.

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Muitas vezes os sírios até tem documentos que validam as suas identidades, mas nem sempre se consegue provar que esses documentos pertencem de fato aos seus portadores”, garantiu.

Com sua imagem prejudicada por muitos europeus que associam os recentes ataques do Estado Islâmico a também grande presença de refugiados na Europa, as pessoas que estão fugindo da Síria estão vivendo outro problema diariamente: a presença de soldados terroristas em seus acampamentos. A pessoa responsável pelo massacre em França, que foi recentemente abatido pelas autoridades francesas, teria entrado precisamente pela fronteira da Grécia, falsificando seus documentos e entrando como um refugiado de respeito. Porém, tal como afirmou Atenas recentemente, essa informação ainda não foi oficialmente confirmada. #Terrorismo