Embora ainda não haja um número exato de mortos no massacre de Paris, a polícia francesa informa que cerca de cento e cinquenta pessoas foram executadas dentro da casa de shows 'Bataclan', onde ocorria um show de uma banda de rock famosa dos Estados Unidos. Ainda não se sabe se os integrantes dessa banda estão entre os mortos. Algumas pessoas foram resgatadas pela polícia e três terroristas foram mortos.

Segundo um jornalista que sobreviveu ao #Ataque no Bataclan, os terroristas adentraram o local com os rostos descobertos, recarregaram as armas na frente de todos e continuaram atirando. A CNN noticiou que os radicais islâmicos utilizaram fuzis de fabricação russa (AK-47).

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Recentemente um jornalista que sobreviveu à dez dias com o EI contou que eles pretendem fazer um ataque nuclear e que autoridades haviam interceptado a compra de material radioativo entre eles e russos.

Os reféns só foram libertos depois que a SWAT adentrou o local pegando os terroristas despercebidos. Também ocorreram três explosões próximas ao Stade de France, onde acontecia uma partida de futebol entre França e Alemanha. As explosões foram provenientes de três ataques suicidas de homens-bomba.

Momento de terror

Era uma noite comum onde dezenas de pessoas jantavam em um restaurante da capital quando homens encapuzados entraram no estabelecimento e fizeram entre vinte e trinta disparos com armamento automático. Muitas pessoas que comiam na área externa do restaurante conseguiram escapar sem ferimentos.

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Dentre as vitimas com ferimentos estão dois brasileiros, sendo um arquiteto que estava em Paris à trabalho, em estado grave. O rapaz, que não teve seu nome divulgado, passa por uma cirurgia nessa madrugada.

No State de France, pessoas começaram a correr e invadiram o campo. Parte delas correram para fora da arena, enquanto milhares sentiram medo de sair e permaneceram no gramado. O presidente francês estava no estádio no momento das explosões suicidas e foi retirado às pressas do local pela sua equipe. Ele mandou fechar as fronteiras e colocou o exército para atuar em Paris. #Terrorismo #Estado Islâmico