O grupo 'Estado Islâmico' confirmou que foi o autor dos ataques que ocorreram em Paris, na madrugada deste sábado, 14, que deixou 128 mortos. O grupo informou que os seus combatentes realizaram ataques em Paris, pressos a explosivos e carregando metralhadoras. 

Os ataques deixaram pelos menos 100 mortos na casa de show 'Le Bataclan', onde a banda americana de rock, 'Eagles Of Death Metal' se apresentava. A banda conseguiu sair do local sem ferimentos. O irmão do baterista da banda, informou que foi visto um homem com uma metralhadora, o banda se atirou no chão e ao ver a arma e saiu do local pela pelos fundos. 

Por volta das 21h40 no horário de Brasília, a polícia invadiu a casa de show após relatos de que pessoas executadas no local.

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Na ação da polícia dois terroristas foram mostos. O presidente da França, François Hollande, foi ao local. 

Entre os feridos do atentado estão dois brasileiros, segundo a cônsul do Brasil na França, Maria Edileuza Fontenele Reis, os dois estão fora de risco. Os dos brasileiros levou três tiros nas costas. Já a outra brasileira é uma estudante que levou um tiro de raspão. 

Em um comunicado o '#Estado Islâmico' disse que oito "irmãos" estavam com explosivos e fuzis, fazendo varias vítimas, em locais que foram escolhidos, bem na hora do jogo da França e Alemanha. E ainda declarou que a glória e mérito pertencem a Alá. 

O presidente da França, François Hollande, disse na manhã deste sábado, que os ataques a Paris foram "um ato de guerra" . Hollande declarou estado de emergência, anunciando o fechamento das fronteiras do país, e pediu que a população fique em casa.

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Segundo o relato de um jornalista que estava na casa de show, ao jornal 'Europe 1', pessoas entraram armadas no meio do show, entre dois ou três indivíduos sem mascaras entraram com armas automáticas, começando a atirar no público. 

Salvo pelo celular 

Em entrevista ao canal de TV iTELE, um sobrevivente dos ataques a Paris contou que usou o celular e uma jaqueta para se proteger da bomba que explodiu próximo ao 'Stade de France'. Sylvestre contou que um dos estilhaços que estava vindo em direção a sua cabeça, atingiu o celular. Ele estava atravessando a rua e falando ao telefone quando a bomba explodiu próximo a ele.  #Terrorismo #Ataque