Para o #Estado Islâmico, a lista de inimigos é bem clara e está muito bem identificada. Tal como informa o jornal inglês “Mirror”, o maior grupo terrorista do mundo divulgou recentemente, em mais um vídeo, os 60 países que são assumidamente contra o Estado Islâmico, logo, os seus principais inimigos, chamando eles de “coligação do diabo”.

Em um recado bem claro, um dos extremistas islâmicos promete que o grupo não vai “dar tréguas” a esses países que estão agora muito bem identificados.

Apesar de alguns rumores terem apontado o Brasil como um possível alvo de ataques terroristas do Estado Islâmico, o grupo revelou recentemente que o país, pelo menos para já, não é um dos alvos prioritários dos terroristas.

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Em uma lista onde os países europeus estão em grande maioria, o Estado Islâmico classificou todas as nações que estão combatendo seus soldados como a “coligação do diabo”, não se mostrando preocupado por, segundo o grupo, contar com uma ajuda divina.

“O nosso aliado é maior, Deus e toda a sua glória. O nosso criador prometeu que nós iriamos vencer”, revelou um soldado do grupo terrorista no vídeo, como afirma o “Daily Mail”. Entre os já conhecidos inimigos do maior grupo terrorista, como são o caso dos Estados Unidos, França e Inglaterra, países como Portugal, onde vivem milhares de imigrantes brasileiros, e a maioria dos países do Leste da #Europa são agora também oficialmente alvos das intenções do Estado Islâmico.

Segundo informa o site “Notícias ao Minuto”, fora dessa lista está, surpreendentemente, a Rússia, que tem bombardeado a capital do Estado Islâmico nesses últimos meses.

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O vídeo garante que a Turquia, o Irã e a Rússia estão entrando também nessa lista negra do grupo, não explicando, porém, porque é que essas nações continuam fora da lista revelada recentemente e noticiada pela imprensa internacional nas últimas horas.

Mesmo sem ainda terem atacado diretamente o Estado Islâmico, países como Portugal vão estar certamente mais atentos depois dessa manifestação pública de um grupo que garantiu que os atentados em Paris foram "só o início". #Terrorismo