A Força Tarefa Conjunta Combinada, coalizão militar liderada pelos Estados Unidos contra o ISIS (Islamic State of Iraq and ash-Sham, ou Estado Islâmico - EI) tem aumentado rapidamente seu ritmo de operações contra alvos militantes na Síria e no Iraque.

Na segunda-feira, aviões dos #EUA destruíram um número estimado de 283 caminhões de petróleo do ISIS, perto da fronteira entre a Síria e o Iraque.

O #Ataque foi realizado por aviões Warthogs e A-10 AC-130 Specter Gunships. Em um comunicado, o porta-voz da coalizão liderada pelos Estados Unidos disse que, perto das cidades de Al-Hasakah e Deir ez-Zor, um ataque destruiu os veículos que abasteceriam o Estado Islâmico.

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Para avisar os civis, os EUA lançaram panfletos sobre antes do ataque, que diziam "corra imediatamente ou você será morto". Esta ação se justifica pelo fato de os motoristas dos caminhões não serem, necessariamente, jihadistas recrutados pelos terroristas.

De acordo com o comunicado da força-tarefa responsável pela realização de operações contra o ISIS, as forças da coalizão realizaram uma série de ataques pesados ​​ao longo dos últimos dois dias. No domingo, as forças lideradas pelos Estados Unidos atingiram cinco pontos estratégicos do grupo terrorista na Síria e onze no Iraque.

Os alvos incluíram veículos improvisados de instalação de dispositivos explosivos - uma das armas mais prejudiciais do Estado Islâmico. E, no sábado, as forças da coalizão realizaram dois ataques contra instalações petrolíferas na Síria.

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Os norte-americanos realizaram o seu primeiro ataque contra caminhões de petróleo do grupo terrorista em 16 de novembro O ataque destruiu 116 caminhões de petróleo e marcou uma mudança na estratégia dos EUA, que deixaram de atacar apenas alvos militares para novas tentativas de confrontar o EI. O Estado Islâmico, hoje, controla a maioria dos campos de petróleo e refinarias na Síria e também no Iraque.

Segundo o The New York Times, o grupo tem potencial para ganhar US$ 40 milhões por mês por meio da produção e venda de petróleo no mercado negro. #Terrorismo