Após a grande tragédia que se abateu sobre Paris, na sexta-feira, dia 13, agora é tempo de a França tentar voltar a normalidade. Não está sendo fácil, em uma altura que se tentam salvar os feridos, identificar os mortos e velar seus corpos. Entretanto, a França está tentando responder para os terroristas do #Estado Islâmico (EL), lançando bombas sobre a Síria.

O jornal inglês Daily Mail noticiou nesta quarta-feira, 18, uma das mais impressionantes histórias dessa tragédia, contando a história de Elsa Delplace, a mulher francesa, de origem chilena, que se jogou para cima do filho, o pequeno Louis, tomando os tiros em seu lugar. 

Naturalmente, em todo o ataque que Paris sofreu, não sobrou espaço para finais felizes.

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Tudo é triste, após 129 mortes e mais de duas centenas de feridos. Mas, Louis sobreviveu. O menino de cinco anos saiu vivo do bar Bataclan, onde entrou junto com sua mãe, Elsa, e sua avó, Patrícia San Martin. Saiu sozinho, mas vivo, após ser encontrado debaixo do corpo de sua mãe. "Sem nem um arranhão", contaram as testemunhas, citadas pelo jornal Daily Mail.

Durante o ataque ao Bataclan, onde perderam a vida 89 pessoas que assistiam a um concerto de uma banda americana 'Eagles of Death Metal', Elsa Delpace, de 35 anos, não colocou o coração de mãe de lado. Quando o atirador apontou a arma, Elsa se deitou em cima do filho, servindo de escudo humano. O corpo de Elsa foi retirado coberto de tiros. Também sua mãe, Patrícia, não sobreviveu a esse massacre horrendo.

Quando os policiais entraram, os atacantes se fizeram explodir, se suicidando, colocando um ponto final nessa noite de horror.

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Para trás, ficava uma noite triste na 'Cidade das Luzes', como Paris é chamada. A França promete retaliar, e vai a luta, unindo toda a #Europa e os Estados Unidos contra o Estado Islâmico. 

Dos escombros desse massacre, se conhecem agora as histórias de cada uma das vítimas. Elsa era uma artista, tocava violoncelo e amava voluntariado. "Sempre lutou contra a injustiça. Penso que já era algo de família - a mãe chilena fugiu da ditadura de Pinochet”, contou um amigo para a revista francesa Le Point. 

Os amigos contam que Elsa era uma "jovem maravilhosa", uma mulher que estava "sempre sorrindo". E uma grande mãe, sabemos todos agora.  #Terrorismo