Namoro virtual, encontro e relacionamento pela internet, no geral é sempre um risco, as notícias sobre o assunto sempre assustam, e estão quase que na sua maioria relacionadas à mentiras e traições. Neste caso não foi diferente, o ocorrido e polêmico caso aconteceu na Inglaterra, quando uma mulher de 25 anos através da rede social Facebook, se fez passar por homem, a fim de conquistar uma amiga por quem tinha interesse.

O perfil masculino era de Kye Fortune, mas na verdade o nome da usurpadora de identidade é Gayle Newland. A enganadora começou a amizade com sua vítima no ano de 2011, e com o tempo começou a ganhar a confiança da mesma.

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Gayle Newland, a mulher que virou homem na rede social, conquistou sua amiga e conseguiu engrenar com ela um relacionamento virtual.

Em 2013, depois de 2 anos de relacionamento virtual e diversas conversas ao telefone, a trapaceira de tanto insistir conseguiu marcar um encontro com a sua presa. Gayle Newland levou sua namorada ao hotel, onde passaram cerca de 100 horas juntas, o que dá um pouco mais de 4 dias, e para não ser pega em sua farsa, pediu para sua namorada usar uma venda durante todos esses dias, alegando ser um fetiche sexual e que somente assim poderiam ser mais íntimas.

A amiga enganada, passou uma verdadeira lua de mel ao lado do suposto namorado virtual, contudo, no fim do quarto dia, resolveu tirar a venda, depois de já ter tido relação sexual com "ele" por mais de 10 vezes nas últimas 100 horas.

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A surpresa foi enorme, o namorado Kye Fortune na verdade era uma mulher, e estava usando uma cinta peniana.

Findando a confusão, a ludibriada denunciou a amiga e um processo foi aberto. Na última quinta-feira (12), a mulher que se fez passar por homem foi condenada por 8 anos de prisão. O juíz do caso alegou que a acusada Gayle Newland é "trapaceira, intrigante e audaciosa".

Newland negou a acusação, e alegou que em todo momento a sua suposta namorada sabia de sua condição sexual, e foi participante ativa de todo o acontecimento das 100 horas que passaram juntas, afirmou ainda que a vítima estava explorando sua sexualidade com jogos sexuais. #Curiosidades #Casos de polícia