Um professor e técnico de um time de basquete infantil, no México, adorado por todo mundo, foi violentamente assassinado depois de uma partida, pelo pai de uma atleta que não gostou de ver sua filha sem jogar. Segundo informa a imprensa internacional, o alegado criminoso aguardou para que Guillermo Cordero abandonasse o local, o confrontando com o fato de sua menina de 11 anos não ter jogado um único minuto. Depois de uma longa discussão, o pai da garota disparou cinco tiros contra o técnico, que morreu imediatamente no local.

A notícia está atormentando o México. Depois do que parecia mais um jogo normal de basquete do time infantil chamado Dragones de Chapultepec, em que o resultado não era o mais importante, o pai não teria achado piada nenhuma ver sua filha excluída do time, principalmente porque as regras nesses escalões mais baixos pedem que os técnicos coloquem todos seus jogadores no jogo, para que eles pratiquem exercício físico e se divirtam.

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Porém, tal como afirma a imprensa mexicana, Agélico Reyes perdeu completamente a cabeça, quando durante uma discussão com o técnico, disparou contra ele cinco vezes, na frente de outros pais e outras crianças que estavam saindo do local depois do encontro, incluindo sua filha de 11 anos, que viu com seus próprios olhos seu pai matar seu técnico de basquete. Depois do #Crime, o alegado criminoso pegou em sua filha e fugiu de carro, estando nesse momento ainda em fuga, apesar dos esforços das autoridades mexicanas para identificarem o seu paradeiro.

Esse caso está manchando o esporte no México, naquele que é o crime mais horrendo da história desse país em uma partida infantil, em que a partida não representava nenhum perigo, por se tratar de um jogo de basquete completamente amigável, apenas jogado por crianças até aos 11 anos de idade.

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As autoridades estão procurando saber junto aos outros pais e colegas da filha o que realmente teria acontecido para que um homem disparasse cinco balas contra o corpo indefeso de um professor e técnico infantil, que estava somente orientando um time de crianças. #Casos de polícia