Um caso chocante de violência doméstica está sendo investigado pela polícia do Kansas, Estados Unidos. Michael jones, um homem americano de 44 anos, está enfrentando graves acusações por parte da justiça; sendo a mais grave delas por supostamente espancar seu filho de 7 anos de idade até a morte, e ter usado o corpo para alimentar porcos que ele criava no quintal. Segundo o noticiário KCTV, a lista de acusações ainda incluem lesão corporal grave, abuso infantil, porte ilegal de arma; além de agressão física à sua esposa .

Durante uma de suas sessões de violência doméstica, a polícia foi chamada por sua esposa, Heather Jones, de 29 anos.

Publicidade
Publicidade

Segundo ela, Michael Jones a agrediu fisicamente tentou disparar uma arma contra ela. Durante o relatório feito à polícia, o desaparecimento de um dos filhos de Jones foi mencionado.

Durante uma busca realizada pela polícia nas dependências da casa da família, restos mortais foram encontrados no celeiro dos porcos, no quintal. Os restos ainda passam por processo de identificação para confirmar se realmente são da criança. Porém, a polícia acredita que o pai pode ter matado o menino e alimentar os porcos com o corpo para se livrar do cadáver. Segundo os investigadores do caso, o pai batia no filho com frequência e o espancamento está sendo cotado como provável causa da morte do garoto.

Ao todo, Michael Jones tem 8 filhos, com idades entre 1 a 11 anos e todos viviam com ele na casa. Em depoimentos prestados à polícia, ex-babás das crianças de Jones disseram que os menores viviam em condições precárias de higiene, como lixo espalhados por cantos da casa.

Publicidade

Elas também relataram que as crianças assistiam as agressões que Michael cometiam contra os membros da própria família, e que provavelmente viram o que aconteceu com o garoto de sete anos.

Jones está preso no presídio de Wyandotte County, Kansas. A justiça estabeleceu uma gigantesca fiança de 10 milhões de dólares, a maior estabelecida na história do distrito. Os outros sete filhos estão sob proteção judicial, e a polícia continua reunindo informações sobre o caso.

#Crime #Investigação Criminal