O Papa Francisco fará uma #Viagem à África e incluirá três países em sua visita: Quênia, Uganda e República Centro-Africana. O pontífice quer transmitir boas mensagens à população dos países, e levar reflexões de paz, sobretudo, neste momento considerado crítico e conflitante em que passa a Europa e a África. Sua santidade pretende ficar em visita ao até o dia 30 de novembro

MOMENTO CRÍTICO

Com os atentados e ataques terroristas, o momento é complicado na África, onde há os movimentos Jihadistas e milícias Shebab (autoras do massacre no Quênia de 150 estudantes na Universidade de Garissa em 2014).

AGENDA DO PAPA FRANCISCO

1ª visita será em Nairobi (Quênia).

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O Papa fará o discurso na sede do Programa da Organização das Nações Unidas para o Ambiente e da ONU-Habitat.

2ª visita será em Uganda (Santuário de Namugongo), onde o Papa realizará uma missa de celebração aos primeiros santos africanos, 22 jovens considerados mártires. Eles foram queimados vivos no final do século XIX pelo rei Mwanga, eles não se submeteram a suas ordens de transformá-los em escravos sexuais.

No dia 29/11 (domingo) o Papa estará na Catedral de Bangui (República Centro-Africana), onde abrirá a porta-santa.

SEGURANÇA DO PAPA É UMA GRANDE PREOCUPAÇÃO

Com o atentado em Paris, a invasão ao hotel em Mali e uma série de conflitos na Europa, Há uma grande preocupação com relação a segurança do Papa nesta visita à África. Na visita a Bangui, ele usará o 'papamóvel' aberto e a cidade tem muitos problemas, que vão desde a violência (61 mortos e 300 feridos em 2015) até a séria crise em que se encontra mergulhada: mortes em massa entre muçulmanos e cristãos.

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Há um esquema com 12 mil capacetes azuis e mil soldados franceses. A Reuters alertou sobre riscos da visita, pois haverá concentração de católicos na capital e o alerta é com relação ao Papa Francisco. Segundo informações do Vaticano, o Papa não usará colete a prova de balas.

"É verdade que alguma coisa possa acontecer, mas sejamos realistas, na minha idade eu não tenho muito a perder, está nas mãos de Deus", disse o Papa em pronunciamento. #Terrorismo #Religião