Nesta quarta-feira (18), a polícia francesa desencadeou uma operação em Saint Denis, subúrbio de Paris. Segundo o promotor François Molins, eles organizaram esta operação após escutas telefônicas e algumas informações de que Abaaoud pudesse estar naquele local. As ruas ao redor do estádio Stade of France foram bloqueadas - a operação teve início às 4h20 horário local, e 1h20, horário de Brasília . 

Foi neste bairro que três homens-bomba se detonaram na última sexta-feira (13). Desta vez uma mulher detonou um cinto de explosivos, duas pessoas morreram e sete pessoas foram detidas. O presidente da França François Hollande disse nesta quarta-feira que, de acordo com os desdobramentos atuais dos acontecimentos, está claro que seu país está em guerra contra o grupo extremista Estado Islâmico (EI). 

A madrugada em Paris foi de tiros, pelo menos cinco policiais foram feridos e um cachorro da polícia morreu com a explosão da mulher-bomba.

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Até o momento não se sabe o paradeiro do mentor dos atentados terroristas a Paris. Segundo a polícia, Abdelhamid Abaaoud é perigoso e a caçada por ele continua. O jornal Washington Post disse que Abdelhamid pode ter sido morto nesta troca de tiro com a polícia mas isso, por enquanto, não foi confirmado. Enquanto isso os parisienses seguem tentando reiniciar a vida depois deste atentado que chocou o mundo. Segundo informações, o grupo iria fazer mais um #Ataque terrorista na cidade, e desta vez o alvo era o centro financeiro de Paris e o aeroporto da cidade. 

Em entrevista hoje a tarde, o procurador François Molins disse que houve um progresso nas investigações. Os carros utilizados nos atentados de sexta foram alugados pelos irmãos Abaaoud e vieram da Bélgica. Até o momento nenhum dos irmãos foi preso pela polícia. Existe uma expectativa muito grande para saber a identidade das duas pessoas mortas na operação desta madrugada.

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A mulher- bomba era prima de Abdelhamid Abaaoud e, segundo a polícia, dentro do apartamento foram encontradas pistas de um novo possível atentado à cidade. #Terrorismo