Brasileiras, que cheguem sozinhas a Portugal, correm o risco de serem humilhadas e discriminadas pela segurança dos aeroportos. Segundo informa o site “Notícias ao Minuto”, o consulado brasileiro em Portugal já recebeu dezenas de queixas feitas por mulheres completamente inocentes e indefesas, que apenas estão chegando a um novo país. A maioria desses casos acontece no Aeroporto de Faro, mas também já existiu vários problemas semelhantes em Lisboa e no Porto. “Estamos tentando encontrar brinquedos que as brasileiras gostam”, dizem as autoridades portuguesas a essas mulheres.

Os Ministérios das Relações Exteriores de Portugal e Brasil já estão em uma autêntica guerra para perceber o que de fato se está passando quando os seguranças dos aeroportos portugueses pretendem quando chamam as brasileiras para uma sala especial, aonde vão ser revistadas, sem que haja qualquer razão para tal.

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“Vamos ali para a sala para abrirmos o que tem aí. Estamos tentando encontrar brinquedos que vocês gostam ou então biquínis”, afirma um dos responsáveis pelo aeroporto de Faro, que já ouviu situações semelhantes várias vezes. “As autoridades portuguesas pensam que quase todas as brasileiras são desonestas, é claramente algo muito discriminatório. Mas o mais chocante não é isso, é que essa discriminação e humilhação estão sendo praticadas por forças de segurança, fazendo com que as mulheres não consigam sequer reagir ou responder”, revelou Manuel Santos, embaixador português, ao site “Notícias ao Minuto”.

Enquanto esse grave problema não se resolve, o aconselhável para as mulheres brasileiras, e não só, que queiram visitar ou imigrar para Portugal, é mesmo não viajar sozinha, pois o risco de que situações desagradáveis como essa podem acontecer, apesar das várias denúncias feitas pelas brasileiras nos últimos tempos.

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A guerra entre Portugal e Brasil é agora para que os seguranças que têm atitudes discriminatórias sejam exemplarmente punidos, para que a discriminação e humilhação das mulheres que chegam sozinhas a um novo país seja o mais rapidamente eliminada. #Europa #Casos de polícia