As crianças até aos 10 anos estão proibidas de cabecear bolas nos #EUA, depois de se provar os malefícios que tal prática provoca no cérebro delas. Segundo informa o site “G1”, o pedido de proibição desse ato, tão comum no futebol e em outros esportes, foi realizado por vários pais americanos, depois de verificarem que suas crianças estão sofrendo de várias contusões depois de começarem a praticar o futebol, uma modalidade que ainda não é muito popular nos Estados Unidos. Depois de um longo julgamento, a #Justiça americana deu razão às vítimas, proibindo por lei que suas crianças usem a cabeça enquanto estão jogando.

Essa decisão promete mudar o futebol mundial como todo o mundo conhece até hoje.

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Em uma iniciativa única acerca dos perigos que cabecear uma bola continuamente pode provocar à crianças, cujo cérebro ainda está em desenvolvimento, foi provado em tribunal, depois de vários testes médicos que uma das razões para as contusões de crianças estarem aumentando nesses últimos meses se deve ao futebol.

Segundo afirma a imprensa internacional, a prática de futebol nos EUA pode já ter provocado 50 mil contusões em crianças de até dez anos. Por isso mesmo, em uma decisão que está provocando muita revolta, pois pode mudar um dos esportes mais famosos do mundo, a justiça americana só autoriza a prática de futebol entre suas crianças apenas se elas usarem seus pés. Porém as restrições não acabam aqui, dos 11 aos 13 anos, ou seja na pré-adolescência, os garotos apenas podem usar a sua cabeça nos jogos oficiais e muito raramente em seus treinamentos.

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Com a certeza de que as crianças, que ainda estão em desenvolvimento, correm sérios riscos de saúde por cabecearem uma bola, os Estados Unidos podem ser apenas o primeiro país a tomar essa iniciativa inédita, podendo ser seguido pelos países da Europa, que têm milhões de crianças praticando futebol. Por isso mesmo, tal como se verifica nas redes sociais, o medo de que o futebol nunca mais seja o mesmo está atormentando milhões de pessoas, que não querem acreditar nas conclusões tiradas na América. #Legislação