Foi revelado que pelo menos dois terroristas do #Estado Islâmico que participaram dos atentados em Paris não seguiam a sua religião e, muito menos, respeitavam os princípios que nela se baseiam. Em declarações ao jornal inglês “Daily Mail”, a ex-mulher de Ibrahim Abdeslam, um dos homens-bomba dos atentados em Paris, revelou que o jihadista nunca ia à mesquita rezar, preferindo se drogar e beber álcool, algo que o islão abomina completamente. Também o único terrorista em fuga responsável pelos ataques à capital francesa, Salah Abdeslam , fumava drogas pesadas recorrentemente nos bares onde vivia.

“Ele estava louco por só ter trabalhado um dia em dois anos.

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Nunca ia a nenhuma mesquita e costumava se drogar e beber álcool”, revelou muito surpreendida a ex-mulher de um dos homens-bomba, confessando também que a suposta motivação religiosa do seu antigo marido surpreendeu muito ela, pois ele nunca rezava e só fazia algo religioso quando era completamente obrigado por seus familiares.

Muitas vezes ligados à religião do islão ou então muçulmana, pelo menos dois terroristas do Estado Islâmico responsáveis pela morte de pelo menos 130 pessoas em Paris não seguiam nenhuma religião, obedecendo somente às ordens do maior grupo terrorista do mundo por mero fanatismo, que se descobriu agora que não é religioso. “Eu nunca vi eles na mesquita, eles ficavam nos bares fumando drogas, muitas vezes haxixe”, confessou um amigo de adolescência dos dois irmãos jihadistas, que frequentava os mesmos locais que os dois terroristas, como garante o site “Yahoo Notícias”.

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Muitas vezes prejudicadas pelos fanatismos e os extremismos do Estado Islâmico, com essas revelações os crentes nas mais diversas religiões no mundo, principalmente do islamismo e da religião muçulmana, podem estar mais descansados pois com certeza as associações completamente injustas e preconceituosas podem abrandar depois da descoberta que pelo menos parte do time responsável pelo atentado em Paris não justificou os seus atos macabros em qualquer tipo de versão religiosa. Mas se os terroristas do Estado Islâmico não baseiam as suas ações em fanatismos religiosos, quais serão as reais motivações para os atentados que estão atormentando a vida de milhões de pessoas? #Terrorismo #Europa