Alex Assali é um refugiado sírio que está agora vivendo em Berlim, Alemanha, e que faz questão de, em todos os sábados, ir para a estação de Berlim oferecer algo em troca aos alemães. Segundo informa o “Jornal de Notícias”, Alex conseguiu chegar à Alemanha em setembro de 2014 depois de um dura batalha, muito semelhante ao que está acontecendo atualmente com milhões de #Refugiados sírios que estão fugindo da guerra. Eternamente agradecido por a Alemanha ter recebido ele de braços abertos, Alex Assali enfrentando por vezes o frio para também ajudar na capital alemã pessoas que estão atravessando dificuldades.

Foi no ano de 2007 que Alex Assali decidiu abandonar a Síria para procurar uma vida melhor, tendo atravessado uma série de países até conseguir chegar ao seu destino final: a Alemanha.

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Em vários anos de viagens e dificuldades, Alex nunca deixou de ajudar outros refugiados durante todo o processo e agora, estando finalmente seguro, não deixou de lado esse espirito de solidariedade.

Como afirma a imprensa internacional, o refugiado aproveita os sábados para cozinhar na estação de Berlim, Alexanderplatz, uma das maiores da cidade, sempre gratuitamente para todos os moradores de rua que estão no local. Nos cartazes que Alex Assali transporta, o refugiado sírio afirma que “quer dar algo de volta aos alemães”, em forma de agradecimento pelo país e os alemães terem recebido ele de uma forma tão humana e solidária.

“Sem ter muito, ele vai sempre distribuir comida para os moradores de rua. É uma bênção para os outros”, revelou Tabea, uma amiga de Alex Assali ao “Jornal de Notícias”.

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Uma fotografia de Alex cozinhando para os moradores de rua foi publicada recentemente nas redes sociais e já conta com milhares de curtidas e compatilhamentos. Tabea afirmou que nunca pensou que uma pequena fotografia pudesse ter esse impacto tão positivo nas pessoas, mas diz que é bom “trazer um pouco de luz para o mundo”, em uma altura que milhões de refugiados continuam lutando por suas vidas nas fronteiras no leste da Europa. #Europa #Crise migratória