Depois de cinco refugiados terem desistido de Portugal, agora é a vez de um grupo de idosas portuguesas terem que desistir de seus lares e de suas famílias para poderem acolher essas pessoas que estão fugindo da Síria, encontrando assim finalmente uma vida digna. Tal como informa a imprensa internacional, Portugal é um dos primeiros países que está recebendo os primeiros #Refugiados na #Europa, algo que está provocando mudanças drásticas em certos locais do país, contra a vontade de seus habitantes. “Eu construí uma família nessa casa, não queria sair daqui”, confessou uma das idosas portuguesas ao “Jornal de Notícias”.

Tal como Angela Merkel, a chanceler alemã, tinha dito recentemente, os países europeus têm que ajudar nessa enorme crise humanitária que está acontecendo em território europeu e que, para isso, era preciso que todos estivessem prontos para se adaptarem.

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Porém, certamente um grupo de sete idosas, vivendo em um lar sem grandes condições, não estaria à espera que os sacríficios exigidos levassem a que elas perdessem sua casa, onde já tinham construído uma “família” muito unida.

As vítimas dessa inesperada e controversa decisão viviam juntas há muitos anos, mas contra sua vontade, são agora obrigadas por decisão da União Europeia e de Portugal a deixarem tudo para trás. A partir de agora, as sete idosas serão separadas e algumas delas vão viver em locais muito distantes de onde estavam, ficando muito longe das grandes cidades, tal como afirmou o “Jornal de Notícias”. Apenas uma delas tenciona continuar em sua casa, porém terá que pagar mais ao Estado português para que continue vivendo no mesmo local, agora ao lado de um grupo de refugiados.

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Na verdade, o investimento e as mudanças que os novos grupos de refugiados estão provocando em vários países europeus que ainda estão recuperando de graves crises econômicos, como foi o caso de Portugal, está fazendo com que seus cidadãos fiquem indignados por verem seu dinheiro  ser investido em pessoas de fora e não em milhares de compatriotas que nesse momento estão passando mal. Porém, esse caso da deslocação forçada das sete idosas portuguesas pode muito bem ser o primeiro de muitas adaptações, que com certeza não vão agradar a todo o mundo, pois nos próximos meses serão milhares em Portugal e milhões de refugiados que irão entrar nos vários países europeus que estão prontos para ajudar uma das mais graves crises humanitárias no mundo desde a Segunda Guerra Mundial. #Crise migratória