O Governo português confessou que ajudar nos ataques contra o Estado Islâmico é uma forte hipótese. Segundo informa o site “Notícias ao Minuto”, os dois partidos que constituem o Governo de Portugal não mostraram medo contra o maior grupo terrorista do mundo, revelando que, se foram chamados pela #Europa, vão enviar militares para a Síria, ou então ajudarem com armamento. Porém, essa resposta veio no mesmo dia em um dos líderes do #Estado Islâmico enviou um recado para todos os “infiéis”: “Todos os que bombardearem a Síria, serão mortos”.

Ao contrário do que se está verificando no Brasil, onde a presidente Dilma afirmou que o diálogo com os grupos terroristas devia ser prioridade, Portugal e outros países europeus já demonstraram publicamente seu total apoio contra os bombardeios que estão sendo feitos por França, Estados Unidos e Rússia e que, só ontem, dia 15 de novembro, tiraram a vida a mais de 130 pessoas, incluindo inocentes e crianças.

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Quanto a Portugal, o primeiro-ministro de um país que tem milhares de imigrantes brasileiros, não teve receio das ameaças recentes do Estado Islâmico, revelando que caso Portugal e os portugueses sejam chamados para a destruição desse grupo terroristas, todos os esforços vão ser feitos para tal, mesmo que isso signifique que Portugal seja uma das prioridades do Estado Islâmico, depois de oito dos seus soldados terem matado 130 pessoas no coração da Europa na passada sexta-feira.

Com essa resposta surpreendente de Portugal, o país poderá agora entrar na lista de prioridades do Estado Islâmico, onde já se encontram cidades como Londres, Washington, Roma e outra vez Paris, todos pertencentes a países que estão muito ativos na guerra da Síria contra o #Terrorismo. Por enquanto, França juntamente com os Estados Unidos e a Rússia pretendem continuar suas investidas contra a “capital” do Estado Islâmico nas próximas semanas, fazendo bombardeamentos nos locais onde supostamente estão alojados e a fazer seus recrutamentos.

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Apenas em caso de emergência, Portugal poderá também participar, mas a resposta do governo português pode ter colocado o país nas intenções do grupo terrorista, que afirma já estar preparando seus próximos massacres.