Fontes de segurança já informaram que os terroristas que invadiram o hotel em Mali, onde estão mantendo 170 reféns entre hóspedes e funcionários, são da organização jihadista. A área está completamente cercada por policiais, o exército de Mali e também soldados da ONU.

Três pessoas foram mortas durante a invasão ao hotel localizado em Bamako, Mali. De acordo com as informações divulgadas pela CNN, entre os reféns estão 140 hóspedes e 30 funcionários. Os 3 mortos foram identificados como sendo dois malineses e um francês.

Os terroristas chegaram ao hotel em um carro com placa diplomática para não despertarem suspeita e realmente foi o que aconteceu.

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Eles atiram em seguida nos seguranças do hotel deixando vários feridos.

A invasão começou na manhã desta sexta-feira (20) e a polícia está se preparando para invadir o local, pois acredita-se que os sequestradores não estão dispostos a negociar a libertação dos reféns.

O hotel onde os 170 reféns encontram-se sobre a mira do grupo fortemente armado é conhecido por receber estrangeiros de vários países. Há cidadãos franceses entre os reféns e também norte-americanos.

Alguns hóspedes foram libertados pelos sequestradores, mas para isto eles tiveram que recitar alguns dos versos do Alcorão. Quem conseguiu, foi libertado, inclusive algumas mulheres.

O hotel Radisson Blu encontra-se em uma área de muito comércio, bancos, restaurantes e outros hotéis luxuosos. Neste momento há um forte cerco ao hotel e a área encontra-se completamente isolada.

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Quando invadiram o local, os agressores gritavam "Alá é grande!" e até agora não fizeram nenhuma exigência para libertar os hóspedes ou funcionários.

A Rezidor, grupo que administra o hotel informou que são 140 hóspedes e 30 funcionários mantidos como reféns e quando os sequestradores invadiram o hotel, do lado de fora era possível ouvir vários disparos.

Ibrahim Keita, presidente do Mali, cancelou a viagem que faria hoje e já está na capital Bamako para acompanhar as negociações e o desenrolar do sequestro. #Terrorismo #Ataque #Estado Islâmico