O #Estado Islâmico deixou um sério aviso não só para os países que estão bombardeando a Síria, mas também para os restantes países europeus. Em um vídeo divulgado para toda a imprensa internacional, vários soldados do Estado Islâmico prometeram que estão se dirigindo para todos os países da #Europa com “armadilhas, cintos cheio de explosivos e armas silenciosas” de forma a que esses massacres sejam “incansáveis”. Dessa forma, países como Portugal, onde tem milhares de imigrantes brasileiros, estão oficialmente sobre a mira do maior grupo terrorista do mundo.

“Tal como conseguimos atingir o coração de Paris, também vamos fazer o mesmo em Washington.

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Além disso, aproveitamos para alertar todos os países europeus que estamos cada vez mais perto, sem qualquer exceção. Vocês são incapazes de nos travar, estamos mais fortes do que nunca. Se preparem para o pior”, afirmou um dos líderes do Estado Islâmico no último vídeo publicado pelo grupo terrorista à imprensa internacional.

Na verdade, países como Portugal, que pode também contribuir para os bombardeios na Síria, ajudando assim as grandes potências europeias, parecem estar agora também sobre alerta terrorista. Porém, tal como informara logo após os atentados em Paris nas redes sociais, o Estado Islâmico tem três cidades como prioridade, Roma, Londres e Washington, as capitais dos países que mais ativamente estão interferindo na Guerra na Síria contra o #Terrorismo.

Conscientes que o perigo é cada vez mais real e está se aproximando a cada dia que passa, a França continua seus bombardeios diários e, segundo afirma a imprensa internacional, hoje, dia 17 de novembro, foi o segundo ataque bem-sucedido às instalações do Estado Islâmico, pois teriam conseguido atingir várias zonas de recrutamento e de armamento do maior grupo terroristas mundial.

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Porém, serão esses ataques suficientes para evitar um novo atentado no coração da Europa, ou então em países mais pequenos onde sua segurança não é tão avançada? Os próximos dias serão naturalmente decisivos para calcular os riscos de um próximo massacre do Estado Islâmico.