O Presidente russo Vladimir Putin de forma declarada vem intensificando nos últimos dias a missão militar do seu país na Síria, que está em frangalhos por causa da #Guerra Civil e que se tornou um dos quartéis-generais do #Estado Islâmico, com graves conseqüências para a população civil do país, principalmente, mulheres, crianças e os idosos. 

Putin revela de modo franco que está coordenando a formação de uma grande missão militar da Rússia, que visa assumir total controle da cidade de Raqqa, que está sob o domínio dos terroristas islâmicos. A cidade funciona como uma espécie de baluarte para os radicais muçulmanos, sendo declarada a capital do auto denominado Estado Islâmico na Síria e é protegida por aproximadamente 5.000 membros da Jihad. 

O objetivo de Putin é a mobilização de 150.000 reservistas que estão sendo convocados para essa empreitada bélica desde o início da semana de 15/11, ou seja, parece que dessa vez, o Estado Islâmico poderá sofrer terríveis baixas nas mãos das tropas da Rússia. 

Um informante próximo disse que “é óbvio que os russos querem varrer o oeste da Síria, passando a controlar Raqqa e todos os recursos petrolíferos e de gás que se concentram em torno da cidadela de Palmyra.

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É como se fosse uma corrida em disparada para Raqqa, a fim de salvaguardar os campos de petróleo da região da ousadia dos terroristas.” 

Os jatos de guerra da Rússia estão destruindo, conforme informativos militares, postos avançados do ISIS, utilizando-se de bombas com alto poder de destruição até mesmo para os bunkers de concreto ou escavados nas rochas. Andrei Kartapolov representante do exército russo confirmou que os aviões de combate da Rússia, conseguiram explodir um dos principais centros de comando do ISIS e reiterou que “os ataques continuarão sem trégua e a cada dia com maior intensidade. 

O também representante soviético do Ministério de Defesa, Igor Konashenkov falou que ”nas últimas horas, caças Sukhoi Su-34 e Su-24M efetivaram mais de 20 missões aéreas nos céus da Síria, destruindo mais de 9 instalações dos terroristas que tinham estruturas de armazenamento subterrâneo de explosivos e munições.” 

Por sua vez, como que por ironia, o 1º ministro britânico David Cameron, diz observar os ataques aéreos da Rússia sob as ordens de Putin, "com muito cuidado" e insinuou que a intervenção russa está piorando toda a guerra e o objetivo real dos russos é socorrer o "açougueiro", presidente da Síria, Bashar Assad. 

Em paralelo, Cameron prometeu duplicar o número de drones britânicos no combate ao Estado Islâmico e que o investimento nas forças especiais e de vigilância é algo que se torna essencial para a defesa e proteção do Reino Unido em relação aos extremistas suicidas.

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A humanidade já viu o mundo ser dividido depois da 2ª Guerra Mundial em uma “colcha de retalhos” de países. Será que teremos uma nova colcha sendo costurada com novas bandeiras neste momento? #Terrorismo