O grupo jihadista Abu Sayaff, ligado ao #Estado Islâmico, perdeu 26 homens de seu contingente rebelde nesta segunda-feira (21), em #Ataque militar que teve início no dia 15 de dezembro.

Além dos rebeldes, 3 soldados do exército filipino morreram nos ataques.

Segundo o jornal Inquirer, a operação militar foi realizada na ilha de Basilan, região de Mindanao Ocidental, e entre os mortos está o jihadista malaio Mohammad Najig Hussein, que era conhecido como Abu Anas.

Anas era especialista em fabricação de explosivos, e membro importante da parte malásia do EI, que é conhecido como Bandeira Negra.

O líder da célula Bandeira Negra é o chefe da Universidade Malaia (Universiti Malaia), Mahomoud Ahmad, ou como é mais conhecido, Abu Handzalah.

Fontes ligadas à investigação dão conta de que Abu Handzalah e Mohammmad Najib hussein haviam fugido para o sul das Filipinas, juntamente com outros importantes membros do Bandeira Negra.

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Embora o governo filipino negue a presença de membros jihadistas ligados ao EI em Mindanao, onde há forte presença islamita, autoridades locais afirmam o contrário.

Japal Guiani, prefeito da cidade de Cotabato, afirmou estar muito preocupado com os constantes relatórios que o governo recebe sobre as atividades do Estado Islâmico na cidade.

"É imensamente preocupante o avanço do EI em nossas terras e nossas forças de segurança deveriam investigar o assunto seriamente", afirmou Japal Guiani, complementando que até o momento pelo menos 1000 jovens filipinos já haviam sido recrutados pelo Estado Islâmico.

O jihadismo é a forma como são chamados os diversos grupos e ramificações derivados da Al-Qaeda, ideologia que prega, literalmente falando, a luta, significado da palavra árabe jihad.

O termo, porém, generalizou-se no ocidente como denominação dos sunitas violentos, muçulmanos que pregam a extinção de todo aquele que não obedece às suas leis (distorcidas).

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O objetivo geral dos muçulmanos, de divulgar a sharia (lei islâmica), quando nas mãos, mentes e forte poderio bélico dos jihadistas perde seu contexto mais profundo e cultural, tornando-se fonte de guerras e atentados que já causaram a morte de milhões, somente no século XXI.