Depois de declarar guerra contra o Estado Islâmico em novembro, o grupo '#Anonymous' anunciou que conseguiu impedir um ataque terrorista da organização na Itália. Entretanto, os ativistas cibernéticos não deram detalhes sobre como, quando ou onde seria especificamente o ataque. Da mesma forma, não informaram como eles conseguiram se tornar um obstáculo para que esse ataque não acontecesse.

Os ativistas conferiram 'entrevistas' a vários meios de comunicação internacionais, como o jornal britânico 'The Independent', onde informaram que além de impedir o ataque na Itália, também pretendem bloquear outros, mas não quiseram indicar se possuem conhecimento de algum novo ataque que tem sido arquitetado pelos terroristas.

Publicidade
Publicidade

Uma guerra misteriosa e taxada de 'enganosa'

Desde que o Anonymous anunciou que iria 'combater o #Estado Islâmico', após os ataques de Paris, muita gente assustada e revoltada com a crueldade dos jihadistas, aplaudiu a decisão e taxou os ativistas de heróis. Entretanto, após pouco mais de um mês do massacre que ceifou a vida de 130 pessoas na capital francesa, muitos se questionam sobre a eficácia do grupo. O Anonymous sempre sabe de supostos novos ataques, mas nunca avisam a polícia local, apenas os 'combatem' ciberneticamente, deixando em dúvida se de fato houve alguma ameaça ou de que lado de uma possível 'guerra' eles estão.

Muitos nerds do Vale do Silício, bem como de outras partes do mundo, questionam a credibilidade do Anonymous, pois deixam claro que o 'primeiro mandamento' de um hacker é nunca divulgar que é um hacker, mas muitos supostos membros do grupo gostam de ostentar suas capacidades de lidar com linguagens de programação e invasão de sistemas de segurança, colocando medo em possíveis alvos, algo que não condiz com um hacker.

Publicidade

Além disso, o objetivo da função de hacker é conhecer as falhas de sistemas para poder ajudar a resolvê-las. Entretanto, com a exclusividade na 'destruição' online do grupo, mostra mais um ponto contraditório partindo do grupo, segundo os especialistas em tecnologia da informática. #Terrorismo