Cerca de 300 cubanos estavam presos perto da zona de Paso Canoas, que se situa na fronteira entre o Panamá e a Costa Rica. O Governo do Panamá anunciou nesta segunda-feira, dia 28 de dezembro, que vai disponibilizar um hotel para que estes cubanos possam abandonar os abrigos provisórios em que estavam vivendo para poderem ter melhores condições de vida.

O hotel disponibilizado pelo Governo do Panamá situa-se muito perto de Paso Canoas (cerca de cinquenta metros) mas não se encontrava aberto para o público. O hotel vai ser aberto agora com o objetivo de disponibilizar uma vida melhor para estes cubanos que estavam vivendo em condições muito más. No total, o hotel vai alojar 759 cubanos que estavam vivendo na fronteira entre o Panamá e a Costa Rica desde o dia 18 de dezembro.

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Muitos cubanos concentraram-se nesta fronteira porque, no dia 18 de dezembro, a Costa Rica anunciou que iria fechar toda a sua fronteira porque já existiam no total mais de oito mil cubanos no país. 

O responsável pelo hotel já fez declarações a todos os jornalistas dizendo que o hotel já está quase pronto a ser habitado pelos cubanos. A única coisa que falta, segundo o responsável, é comprar alguns colchões. O responsável não quis ser identificado pelos jornalistas que lá se encontravam para saberem mais informações.

Como é evidente, todos estes 759 cubanos que serão alojados ficaram muito felizes com esta decisão do Governo do Panamá, porque desta forma poderão dar melhores vidas às suas famílias, que viviam em condições realmente muito más. De acordo com os dados recolhidos pelo site "Notícias ao Minuto", estes cubanos têm como destino final os Estados Unidos da América.

As primeiras 300 pessoas que serão alojadas neste hotel serão as que estavam vivendo nos abrigos temporários.

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Os restantes dos cubanos a serem alojados no hotel serão aqueles que estão vivendo em igrejas católicas e evangélicas e serão alojados já nos próximos dias com a ajuda do Governo do Panamá.

De acordo com o vice-ministro da Segurança Pública do Panamá, esta decisão foi tomada principalmente por razões de segurança, mas também de higiene.  #Viagem #Crise econômica #Crise migratória