O governo chinês anunciou nesse domingo, 27, sua primeira e controversa lei antiterrorismo - lei que veio após a divulgação de inúmeros projetos meticulosos que renderam inúmeras críticas, haja vista que foram considerados um atentado à liberdade de informação e contra leis de direitos autorais e propriedade intelectual.

A bomba política enviada ao parlamento pelo governo e aprovada em uma comissão permanente na Assembleia Nacional Popular, conhecida pela sigla ANP, equivalente ao Congresso Nacional no Brasil.

O governo comunista forçou a aprovação desta nova legislação em um momento de crise social no país, onde várias guerras étnicas vêm ocorrendo no país, em especial na região noroeste onde fica localizado Xingjian, e tendo em vista que a nova lei irá corroborar para um controle efetivo de grupos dissidentes.

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De acordo com o texto aprovado, o Governo Chinês pretende manter controle e erradicar o #Terrorismo em seu território e ainda afirma que irá ajudar a manter a segurança em nível mundial.

Na região de Xingjian, as autoridades governamentais atribuem a guerra étnica a grupos separatistas terrorista, que tem em sua origem em maior número muçulmanos de origem turca.

Na região Xinjiang, o governo chinês atribui a grupos de possíveis terroristas a ampliação do número de violência com os povos uigures, uma etnia em sua maioria muçulmana de língua turca.

A liberdade de imprensa fica refém do governo chinês, da mesma forma que os segredos industriais ficarão expostos ao governo do país, pois será necessária inserção de códigos na programação dos eletrônicos produzidos no país, como também dos meios de comunicação online e impresso.

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O objeto disso a lei já deixa bem claro, as autoridades chinesas deverão ter acesso a todos os sistemas instalados no país.

As empresas estrangeiras logo acionaram seus botões de emergência, uma vez que continuarem instaladas na China terão por lei a obrigação de violar seus direitos em relação as suas propriedades intelectuais. Assim como inúmeros ativistas a favor da liberdade de imprensa se sentiram mais desamparado do que nunca em seu país. #China