Portugal sentiu nesses últimos seis anos uma perda enorme de sua população ativa de trabalho. Segundo informa o “BBC Brasil”, desde 2009 até 2015, 245.676 pessoas deixaram de ser trabalhadoras ativas, algo que prejudica muito a economia portuguesa e o pagamento de todas as suas aposentadorias e serviços sociais.

Esse número, apesar de nascerem cada vez menos crianças em Portugal, é explicado, sobretudo, pela saída de milhares de portugueses para outros países, que, sem oportunidades de trabalho e de uma vida digna, tiveram que emigrar.

Com a #Crise, o problema demográfico de Portugal se acentuou, e, em um país que pertence à União Europeia, já não se verifica a renovação de gerações, ou seja, a média de filhos por casal já se encontra bem abaixo dos dois.

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Para combater esse problema grave e crescente, o governo português procura agora facilitar o processo de integração de estrangeiros, para que eles comecem trabalhando o mais rapidamente possível.

Segundo afirma o “BBC Brasil”, o fato de existir já uma grande comunidade brasileira em Portugal, essas novas medidas podem fazer com que mais brasileiros tencionem emigrar para esse país, e, com isso, consigam solucionar e resolver, pelo menos temporariamente, o grave problema que Portugal está enfrentando, muito por causa da fuga de todos os seus “cérebros”, ou seja, da maior parte dos seus jovens graduados, que não conseguem ter oportunidades de trabalho.

Com a recuperação econômica e o crescimento de Portugal em causa, os emigrantes brasileiros ganham assim uma enorme importância para o país, que tem tentado ao máximo investir nos apoios para o aumento de sua população, como, por exemplo, dando mais privilégios e dinheiro para o casal que quiser ter mais de dois filhos.

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Porém, essas tentativas dos últimos governos portugueses não estão dando resultado, muito por causa da enorme instabilidade social e financeira que a maioria dos portugueses está sentindo. Dessa forma, o próximo objetivo de Portugal é conseguir arranjar trabalho para os seus novos emigrantes, algo que pode ser debatido com as empresas portuguesas. #Europa #Crise migratória