Foi informado pela BEIRUTE(Reuters), neste sábado (5), que através de uma rádio online, o Estado Islâmico afirmou, que o casal que cometeu os ataques ao Centro Regional Inland, uma agência de serviços sociais de San Bernadino, na Califórnia, deixando quatorze mortos, eram seguidores do grupo militante.

Através de uma transmissão do grupo Al-Bayan, foi informado que um casal de seguidores do Estado Islâmico cometeu um ataque a um centro em San Bernadino, disparando no local e deixando 14 mortos e mais de vinte feridos essa semana.

Uma agência de notícias que colabora com o Estado Islâmico divulgou a notícia na última sexta-feira (4). Essa foi a primeira reivindicação feita pelo Estado Islâmico aos atentados.

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No entanto, o que dizem as fontes do governo dos Estados Unidos é que não se tem evidências concretas que comprovem a ligação do casal assassino com o grupo terrorista ou que a organização saberiam quem eram os autores.

Também foi informado pela Polícia Federal Americana (FBI), nesta sexta-feira (4), que o número de evidências levaram a acreditar e a investigarem o caso como ação terrorista. Já a organização fala que não tem evidências suficientes para afirmar que o casal que cometeu os assassinatos poderiam pertencer a uma organização maior de terroristas. 

Foi citado pelo jornal "Los Angeles Times" que uma fonte do cumprimento da lei federal diz que, Syed Farook, de vinte e oito anos e nacionalidade norte-americana, teria feito contato com pelo menos dois grupos militantes, que inclui a Nusa Front, da Síria,  que é um braço da Al-Qaeda.

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Com esse ataque em San Bernadino, chega-se a contagem 350 ataques com armas de fogo só esse ano nos Estados Unidos da América, o que foi alvo de preocupação do presidente Obama nas últimas entrevistas. São mais de mil e trezentos feridos e um número de mortos que ultrapassam os quatrocentos e sessenta. São dados do Congresso norte-americano, que por não ter provas concretas ainda sobre o envolvimento do casal com terroristas incluiu essas mortes com as outras cometidas por cidadãos comuns. #Terrorismo