Há cerca de uma semana, as autoridades austríacas alertaram todas as autoridades europeias que o período entre o Natal e o Ano Novo podia ser um momento propício para um ataque do #Estado Islâmico na #Europa. Segundo informou o site “Diário Digital”, cientes de que o perigo é iminente, o Governo belga anunciou hoje, dia 30, que as festas em Bruxelas, que iriam contar com mais de 50 mil pessoas nas ruas, foram canceladas. Contudo, como é possível concluir pelas últimas ameaças do Estado Islâmico, Madri, Paris e Roma podem também ser um alvo para a festa de passagem de ano.

Depois de nos últimos dias as autoridades belgas terem conseguido apanhar dois terroristas do Estado Islâmico que estavam preparando um grande atentado em Bruxelas, Yvan Mayeur, ministro da capital belga, resolveu consultar os mais altos responsáveis pela segurança da cidade, concluindo que a decisão mais segura era cancelar todos os festejos.

Publicidade
Publicidade

Como garante o site “Diário Digital”, essa decisão foi muito difícil de ser tomada por razões econômicas, mas também porque a Bélgica, com essa decisão polêmica, contribuiu para um dos objetivos do maior grupo terrorista do mundo que é causar pânico e medo nas pessoas, de tal forma que elas tenham receio de sair às suas ruas para se juntarem em um simples festejo de Ano Novo.

Com grandes festas ocorrendo em outras cidades europeias, as autoridades europeias estarão em peso nas ruas, pois na verdade os riscos de atentados por parte do Estado Islâmico são bem reais e nem todos são possíveis de serem detectados, como aconteceu nos últimos dias tanto na Bélgica, como na Turquia. Além das capitais acima referidas, Berlim e Lisboa podem também ser cidades escolhidas para o Estado Islâmico causar o pânico mais uma vez no coração da Europa.

Publicidade

Depois do massacre em Paris, amanhã, dia 31, é a data mais provável para que o Estado Islâmico aproveite para atacar, tentando causar o máximo de vítimas possível com os grandes aglomerados, como aconteceu na sala de espetáculos do Bataclan, em 13 de novembro. #Terrorismo