O Estado Islâmico está longe de ser um grupo terrorista pequeno e que vive em cavernas, comunicando-se com combatentes e possíveis vitimas através de mensageiros. O EI usufruiu de tecnologia de ponta e divulga seu mundo de terror nas redes sociais, realizando, inclusive, recrutamento de novos membros pela internet.

Os jihadistas gostam de utilizar #WhatsApp e demais comunicadores instantâneos, pois podem se comunicar com o restante do mundo de forma rápida e 'segura', uma vez que não podem ser rastreados e podem apagar as mensagens à qualquer momento.

Um inimigo virtual

Além das atrocidades cometidas todos os dias, o EI usa as redes sociais para se aproximar de pessoas em diversas partes do mundo, realizando uma propaganda chamativa do califado.

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Milhares de pessoas já se renderam aos 'ensinamentos' dos terroristas, que prometem 'santidade', poder e fortuna, além de casamento.

As mulheres são muito mais influenciadas pelo casamento e largam tudo de uma hora para a outra para se casarem com jihadistas, entretanto, nem todas se tornam combatentes, muitas são estupradas por vários homens e ao tentarem fugir, são executadas.

Os homens, em sua maioria de até trinta anos de idade, são convencidos pela ideia de poder e dinheiro. Eles acreditam que a shari´a é a única solução para o mundo e sentem-se revoltados com os 'infiéis' que vivem de forma contrária ao islã, muitas vezes desrespeitando as 'regras' de Maomé.

Medidas internacionais

Para monitorar as ações do grupo nos Estados Unidos, o governo americano criou uma força tarefa antiterrorismo, entretanto, o grupo que possui como membros o FBI e a Segurança Nacional, diz que atualmente estão com dificuldades para monitorar e impedir ações terroristas pela internet, pois os jihadistas estão utilizando-se de fortes sistemas de criptografia, impedindo o rastreio.

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Já o Reino Unido tem tomado providências à respeito e declarou que os terroristas têm tentado invadir seus sistemas e que o país realiza represálias. Segundo o chanceler George Osborne, o Reino Unido tem o direito de revidar os ataques como bem entender.

Já no Brasil, a ABIN identificou no início desse ano a tentativa do #Estado Islâmico em recrutar jovens brasileiros. Além disso, haviam várias pessoas do país, em sua maioria jovens, que estavam interessados em ir para a Síria lutar com os terroristas.

A descoberta fez com que o país redobrasse sua atenção com os treinamentos e compra de novos equipamentos para uso da segurança nacional durante as Olimpíadas, que a propósito, um especialista declarou que o Brasil é um forte candidato a ser alvo do Estado Islâmico durante essa competição. #Terrorismo