Nessa quarta-feira, 2, os terroristas do Estado Islâmico condenaram um homem chamado Hawas Mallah a ser jogado vivo de um prédio de vários andares sob a acusação de ser gay. As imagens rodaram o mundo e revoltaram pela crueldade que o grupo utiliza-se para fazer suas vitimas sofrerem.

Segundo o Daily Mail, os terroristas teriam perguntado ao condenado à morte se ele estava satisfeito com a sentença, ocasião em que Mallah respondeu que preferia levar um tiro. Há alguns meses, cerca de quatro homens foram jogados de prédios pelo mesmo motivo. Na ocasião, o curioso foi que os 'condenados' não morreram quando caíram, apesar dos graves ferimentos, mas foram mortos apedrejados pelos populares que se aglomeraram para 'assistir ao espetáculo de terror'.

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Os terroristas permaneceram no topo do prédio vendo as pessoas terminarem o 'serviço' que eles haviam começado.

Crueldade nas penas

O #Estado Islâmico não se limita em matar pessoas que não seguem a Shari´a - lei islâmica - mas sentem prazer em fazê-las sofrer em público. Mesmo quando pessoas não são mortas, os radicais islâmicos as mutilam diante de multidões.

Recentemente, o grupo tem cortado mãos e pés de pessoas que tentam fotografá-los, que cometem algum delito ou não querem fazer parte do grupo. Outros são decapitados ou crucificados por não se converter ao islã. Há alguns dias, o grupo divulgou na internet um vídeo em que executa cerca de duzentas crianças na Síria. Na ocasião, as vitimas são deitadas de bruços um ao lado do outro, um terrorista dá a ordem e alguns homens do grupo atiram contra a cabeça das crianças, não os dando tempo nem mesmo de tentar fugir.

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O vídeo gerou revolta e foi divulgado pelos principais meios de comunicação do mundo, sendo mostrado no Brasil pelo site de notícias do grupo da TV Globo.

Em uma foto divulgada há alguns meses, o grupo mostra uma criança chutando a cabeça de um homem decapitado. Os terroristas também possuem crianças em seu grupo, mas o menor de idade da imagem em questão, era um bebê. #Terrorismo #Violência