O coronel do exército dos Estados Unidos, Steve Warren, afirmou nesta quinta-feira (10/12) por meio de uma videoconferência transmitida de Bagdá, que três líderes do Estado Islâmico (EI) foram mortos em bombardeios realizados pelas tropas de coalizão. De acordo com informações do porta-voz, o ministro das finanças do EI, Muafaq Al-Karmoush, conhecido como Abu Salah, e dois outros líderes relevantes teriam sido mortos durante ataques aéreos realizados no fim de novembro.

Segundo o coronel Warren, Abu Salah era um dos integrantes mais experientes e importantes da rede financeira do Estado Islâmico. Além das atividades realizadas em conjunto com o EI, Salah era membro do grupo terrorista Al Qaeda.

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Sobre os outros dois integrantes, um estaria ligado às atividades de extorsão, e o outro seria um alto dirigente da organização, responsável por transmissão de informações e transferências de pessoas e armas.

Avanços

Para Warren, esse foi um passo decisivo, pois com a morte de Salah e de seus antecessores esgota-se o principal núcleo com conhecimento necessário para coordenar o financiamento dentro da organização. Uma das estratégias das tropas de coalizão é atingir altos dirigentes do Estado Islâmico, com o intuito de desorganizar as principais células.

Recentemente os #EUA anunciaram o estabelecimento de uma nova unidade de forças especiais no Iraque. O objetivo é atuar em duas frentes: capturar ou matar as lideranças do EI na Síria e recolher informações para novos alvos. As estratégias fazem parte de um plano de enfraquecimento das forças centrais do EI, diminuindo o tempo de renovação dos quadros estruturais do grupo.

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Uma das preocupações dos países da coalizão contra o EI é evitar que dirigentes criem novas células militares em regiões longe dos alvos.

Pressão

Na quarta-feira, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ashton Carter, já havia pedido para que as tropas de coalizão e os países aliados intensificassem os esforços contra Estado Islâmico. A declaração foi feita para a comissão das Forças Armadas do Senado dos EUA. A ideia é criar um cerco nas principais cidades controlada pelos terroristas. #Terrorismo #Ataque