A imprensa holandesa anunciou uma medida que pode criar muita polêmica nos próximos dias. Segundo informa o site “Notícias ao Minuto”, as crianças com necessidades especiais que vão ter que passar ao lado de um grande centro de #Refugiados, têm que ser obrigatoriamente escoltadas, ou seja, durante seus percursos, apenas podem circular acompanhadas das autoridades locais. Essa medida, que vai incluir pelo menos 60 crianças holandesas, foi realizada a pedido dos pais, que têm medo que algo aconteça durante esses percursos.

A adaptação de milhares de refugiados aos países do norte da #Europa é tudo menos fácil, mas na cidade holandesa de Waalwijk uma medida extra das autoridades está causando muita divergência, por poder ser considerada uma forma de segurança discriminatória e até xenófoba.

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Porém, apesar das críticas, todas as crianças com cuidados especiais, a partir de agora, apenas podem ir para a escola com suas bicicletas, se acompanhadas pelas autoridades competentes.

Segundo uma fonte oficial do município dessa cidade, essas crianças podem ser mais “vulneráveis” e é por essa razão que os responsáveis pelo local, que recebeu dezenas de refugiados nos últimos meses, decidiram ouvir as propostas dos pais dessas crianças, que temem pela segurança das mesmas, que normalmente iam sozinhas para a escola. Contudo, essa medida extraordinária apenas engloba crianças com cuidados especiais, as que não têm nenhum problema físico ou mental vão continuar indo para a escola normalmente, como já faziam.

Na verdade, desde que esse grande problema social começou na Europa, os vários países que já receberam refugiados sírios ou do norte de África estão sentindo algumas dificuldades naturais na adaptação de seus novos cidadãos, que naturalmente vêm de uma cultura totalmente diferente.

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O problema é tão complexo que existe ainda grandes motivos de discórdia em como os países europeus devem auxiliar seus refugiados da melhor maneira, para que eles consigam se integrar o mais rapidamente possível e, para que os mais velhos comecem a trabalhar o mais rapidamente possível. #Crise migratória