A adaptação de muitos #Refugiados aos costumes europeus está provocando várias complicações em diversas cidades. Segundo informa o jornal italiano “La Repubblica”, vinte e quatro refugiados que chegaram a Itália em julho passado, não gostam da sujeira da falta de limpeza do local onde estão vivendo, exigindo mudanças drásticas o mais rapidamente possível. O grupo, que está vivendo em uma pequena aldeia na província de Pavia, na Itália, já pediu às autoridades empregadas domésticas para limparem suas casas frequentemente, bem como boa Internet.

Depois de vários problemas de adaptação de refugiados terem sido noticiados em Portugal, agora é a vez das autoridades italianas estarem com bastante dificuldades em controlar as exigências dos novos habitantes.

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Tal como garante a imprensa italiana, os refugiados criticam a falta de limpeza da aldeia e da qualidade da Internet, tendo já provocado vários problemas para serem ouvidos pelas autoridades.

Depois de várias tentativas para que a situação mudasse, o grupo de refugiados decidiu ir para as ruas atirar e espalhar lixo, enquanto barravam todas as ruas principais para serem ouvidos por todo o mundo, incidente que aconteceu na semana passada. Para ficarem satisfeitos, o grupo oriundo da África subsariana quer empregadas domésticas regularmente para limparem suas casas e internet suficientemente boa, wi-fi, que atualmente está bloqueada, para conseguirem falar com seus familiares que estão vivendo em África.

Na verdade, são os países da #Europa do Sul, como são o caso de Itália, Espanha e Portugal, quem estão sofrendo mais com as exigências crescentes dos refugiados de guerra.

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Além de preferirem ir para os países do norte, onde normalmente oferecem mais garantias de boa qualidade de vida, os refugiados que estão nos países do sul estão, na sua maioria, desiludidos com o apoio e a ajuda que estão recebendo nesses primeiros tempos. Por isso mesmo, problemas como está acontecendo na Itália podem facilmente voltar a acontecer em um futuro próximo, principalmente com a chegada de  mais migrantes à Europa. #Crise migratória