O The New York Times, na tarde de hoje, divulgou uma nota em que o FBI afirma que está tratando o massacre acontecido na última quarta-feira, 02/12, como “um ato de #Terrorismo”.

O assistente do FBI, David Bowdich, disse que “com base nas informações e fatos”, agência está investigando como um ato terrorista.

Um dos motivos que levanta as suspeitas é que a mulher, por nome de Tashfeen Malik, que participou no ataque em San Bernardino, na Califórnia, jurou, via Facebook, fidelidade ao DAESH (ou ISIS), e ao líder da organização terrorista, mas no mesmo dia do incidente o post foi deletado, segundo a rede de TV ALJAZEERA. O caso segue sendo investigado para descobrir se as suspeitas realmente se confirmam.

Publicidade
Publicidade

O tiroteio que ocorreu em um centro de serviços sociais de pessoas com deficiência, em San Bernardino, na Califórnia às 11h horário local, (17h em Brasília), deixou 14 mortos e 24 pessoas feridas.

O casal, agora suspeito de envolvimento com o ISIS, foram executados no tiroteio que contava com cerca de 20 policiais. Os suspeitos estavam portando rifles e pistolas no momento da execução. Além das armas foram encontrados também explosivos no local. Uma terceira pessoa fugiu do local, porém não se sabe ainda se essa pessoa teria participado do ataque.

No último dia 03/12, o presidente dos #EUA não descartou a possibilidade de o crime ter relação com terrorismo, (talvez tendo em vista as ameaças feitas aos EUA, logo após o ataque feito na França): “É possível que isso tenha relação com terrorismo, mas nós não sabemos.

Publicidade

Também é possível estar relacionado ao ambiente de trabalho", disse Barack Obama.

 AMEAÇAS DO DAESH

Depois do ataque terrorista feito em Paris, reivindicado pelo ISIS, o grupo prometeu, através de um vídeo divulgado na internet, atacar os Estados Unidos.

No vídeo os combatentes da organização ameaçaram a Rússia, dizendo que derramariam sangue como “se fosse um oceano”, e disseram também que atacariam Roma, além de Washington e todos ‘“os países que participaram dos bombardeios como integrantes da "campanha das cruzadas"’. #Estado Islâmico