Depois do BES, que fechou e lesou milhares de pessoas, agora é o banco Banif que prepara seu desfecho, colocando em risco o dinheiro dos seus acionistas. Segundo informa o canal “TVI”, o banco pode ser recuperado pelo banco do Estado português, Caixa Geral de Depósitos, pelo que o dinheiro que não está investido das pessoas parece estar seguro, ao contrário do que aconteceu no BES.

Ainda assim, na Madeira, um arquipélago de Portugal, já há pessoas em pânico na sede do banco, querendo justificações para as notícias que garantem que o Banif vai fechar dentro de muito pouco tempo.

Há poucos meses atrás, milhares de imigrantes foram para Portugal se manifestarem contra o BES, um banco que foi à falência e ficou com todas as poupanças de milhares de imigrantes, muitos deles com o dinheiro de toda uma vida de trabalho.

Publicidade
Publicidade

Agora, mesmo Portugal estando em crescimento econômico, o Banif, com suas ações próximas do zero, não conseguiu contornar todas as suas dificuldades, e tem sua falência tida como garantida.

Tal como garante o canal “TVI”, enquanto o dinheiro dos clientes do Banif parece estar seguro, com a ajuda preciosa do Estado português, os acionistas do banco estão em risco eminente de perderem seus investimentos, tal como aconteceu há dois anos com o banco português BES. Com 60% do banco, o Estado português tenciona agora comprar tudo, ficando para já com a parte “boa”.

Com mais um banco fechando e pessoas perdendo dinheiro novamente, em um espaço tão curto de tempo, se esperam novas e violentas manifestações nas principais cidades portuguesas, tal como aconteceu no verão passado, onde muitas manifestações perderam completamente o controle, tendo mesmo havido violência contra as autoridades portuguesas.

Publicidade

Depois da informação que garante o defecho do Banif, na Madeira já surgem os primeiros sinais de preocupação e de pânico dos clientes de um dos maiores bancos que estavam trabalhando em Portugal. Novos detalhes dos negócios da compra, e de quem vai perder dinheiro, serão conhecidos nas próximas semanas. #Europa #Crise #Crise econômica