O voo fazia a ligação entre Frankfurt, na Alemanha, e Belgrado na Sérvia, no domingo, dia 6. Mas se todos aterrissaram em segurança, se deve a coragem de alguns passageiros que impediram mais uma tragédia. Um jordaniano teria tentado invadir o cockpit para fazer cair o avião. De acordo com algumas testemunhas, o homem falou que ia morrer por Alá, e todos os passageiros morreriam também, junto com ele. Mas se esse homem tinha um plano, esse fracassou pela coragem dos outros passageiros. Entre eles, uma equipe de handebol, que voava de Portugal, após um encontro para a Liga dos Campeões da #Europa.

A equipe sérvia do Vojvodina Novi Sad lidera o campeonato nacional mas sofreu uma pesada derrota contra o FC Porto, campeão de Portugal.

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Foi o último encontro da fase de grupos da Liga dos Campeões, e as duas equipes terminaram eliminadas. Mas no regresso para casa, a equipe teve sua melhor exibição, ao conseguir imobilizar esse homem, impedindo ele de lançar um #Ataque que acabou gerando pânico durante esse voo

O homem foi detido por alguns jogadores do time de handebol e junto com os tripulantes de cabine conseguiram manter ele sossegado até o avião aterrissar, em segurança, na Sérvia. O ataque começou quando o avião estava sobrevoando a Áustria

Segundo a televisão sérvia, o homem se chama Laken, tem nacionalidade jordaniana mas seu passaporte era americano. Quando o avião aterrissou, o homem foi imediatamente detido pela polícia sérvia, que mantém ele ainda sendo interrogado. 

Lufthansa nega tentativa de invadir 'cockpit'

A polícia sérvia informou sobre esse ataque, invocando que Laken não tentou abrir a porta do cockpit do avião, enquanto falava que todos morreriam e se iam juntar a Alá.

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No entanto, um porta-voz da Lufthansa, companhia que operava esse voo garantiu que não se tratou da porta do cockpit. Andreas Bartels confirmou o incidente, mas disse que se tratou de uma outra porta, para a qual os passageiros não podem ter acesso.

"Era uma porta normal, que, como é óbvio, não pode ser aberta durante o voo, mas não era a porta do cockpit", confirmou o porta-voz da Lufthansa, em uma informação contraditória comparativamente com a afirmação da polícia que escutou várias testemunhas.