Perto de sua casa, em Londres, Helena Martins, imigrante portuguesa, foi agredida e estrangulada por um homem desconhecido, sem qualquer tipo de justificativa. Segundo contou ao jornal local “Standard”, a mulher de 43 anos, que tem graves problemas de saúde, foi vítima de uma violência bárbara, tendo levado murros nos olhos e estrangulada com sua própria gravata. Helena Martins afirma que esse ataque pode ser por razões homofóbicas e pelo fato dela estar vestida com um traje masculino.

Em uma das cidades mais desenvolvidas socialmente do mundo, Londres, atos homofóbicos são cada vez mais raros, principalmente no meio da rua.

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Contudo, Helena Martins, passeando perto de sua casa, foi surpreendida por uma agressividade desmedida por parte de um homem, que teria mesmo intenção de matar a imigrante, visto que só depois de muitas tentativas, Helena conseguiu fugir de suas mãos.

Com experiência em “taekwondo”, seus conhecimentos podem muito bem ter sido a sua salvação naquele momento de pânico. “Não tenho dúvidas de que fui um alvo por ser uma mulher a usar uma gravata”, revelou a vítima ao site “Notícias ao Minuto”, garantindo que, além de seu estilo “masculino” de vestuário, seus problemas de locomoção por vezes podem fazer com que as pessoas pensem que ela está embriagada, mas que tudo não passa de problemas de saúde.

Com toda essa luta, Helena Martins acabou perdendo seu aparelho auditivo, essencial para suas tarefas diárias.

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Com uma fotografia onde mostra as marcas claras de estrangulamento, feitas com a gravata, a imigrante portuguesa recebeu em poucas horas muitas mensagens de apoio por parte da comunidade imigrante em Londres, incluindo muitos brasileiros. Em uma fase que a segurança em todo o Reino Unido está reforçada, com autoridades inglesas nas ruas por causa do perigo eminente de atentados terroristas, fica sem explicação o fato de, depois de um #Crime tão violento, no meio da rua, o agressor conseguiu fugir do local, sem ter sido identificado pela vítima e muito menos pelos policiais que estavam perto do local. #Europa #Casos de polícia