Iêmen continua à mercê de grupos terroristas islâmicos e mais uma vez isso se comprovou. Três universidades foram fechadas pelos jihadistas hoje devido os extremistas não aceitarem que homens e mulheres estudem no mesmo ambiente, devendo mantê-los sempre separados.

Hoje homens armados obrigaram alunos dos cursos de direito, administração e engenharia à abandonarem a faculdade, que foi fechada por afrontar os costumes islâmicos. Radicais acreditam que homens e mulheres que não sejam 'casados' não devam dividir o mesmo ambiente e que escolas devem ser separadas para cada gênero. Os estudantes ficaram irritados, pois segundo eles as autoridades locais não tentaram fazer nada para impedir a ação dos jihadistas.

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Embora nenhum grupo tenha reivindicado a autoria dos atos terroristas, acredita-se que os homens realizaram o ato à mando de Ayman Askar, um líder islâmico que possui ligações com a Al-Qaeda e o Estado Islâmico, sendo que esses dois grupos são os que mais dominam a região após a guerra civil que devastou o Iêmen.

Crueldade

Hoje também houve uma nova notícia sobre o #Estado Islâmico, quando foram descobertos e divulgados documentos que provam que o grupo criou um 'manual de regras para abusar de mulheres na Síria e Iraque'. O EI dispõe de centenas de mulheres escravas que foram raptadas de comunidades yazidis ou cristãs, bem como foram vendidas ou dadas de presente à algum combatente.

Os documentos mostram que o grupo proíbe que um 'proprietário' de escrava venha a dividi-la sexualmente com um filho.

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Também proíbe que o dono de escravas tenham relação com mãe e filha.

O Estado Islâmico já foi acusado e denunciado pela ONU e grupos de defesa dos direitos humanos por raptar e violentar centenas de mulheres. Sobreviventes contam que são vendidas por pouco dinheiro e quanto mais jovem, mais cara. Também contam que uma mulher é violentada cerca de dez vezes em um dia, sendo na maioria das vezes por homens diferentes. O EI criou um departamento jihadista para cuidar dos assuntos relacionados às escravas sexuais dos combatentes. #Terrorismo #Ataque