Um casal atacou e matou 14 pessoas na Califórnia, Estados Unidos, e está sendo investigado como ação terrorista pela Polícia Federal norte-americana (FBI). Segundo as autoridades informaram nesta sexta-feira (4), a mulher que cometeu o massacre teria declarado fidelidade a um líder do grupo militante Estado Islâmico.

A ação ocorreu no Centro Regional Inland, uma agência de serviços sociais de San Bernadino. Os suspeitos foram identificados como Tashfeer Malik, natural do Paquistão e tinha vinte e sete anos de idade, tendo morado também por mais de vinte anos na Arábia Saudita, e Syed Rizwan Farook, seu marido, ele era norte-americano.

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O casal acabou falecendo após troca de tiros com a polícia.

O atentado está sendo considerado o pior ataque sofrido pelos Estados Unidos nesses últimos três anos. O diretor-assistente do FBI em Los Angeles, David Bowdich, falou aos jornalistas que Tashfeen teria sido ouvida em uma mensagem online jurando lealdade a Abu Baks alBaghdadi, líder do Estado Islâmico.

As investigações continuam, mas com divergências. Enquanto uma fonte revelou a agência de notícias Reuters que a revelação da ligação com o Estado Islâmico  pode mudar o jogo nas investigações, outra fonte alertou que não se tem nem uma certeza de que o Estado Islâmico tinha conhecimento da identidade dos assassinos. Mas Bowdich afirma que a partir de informações e fatos já recolhidos por eles, as investigações agora estão sendo tratada como "ato de #Terrorismo".

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Relatou também que através de celulares encontrados na área dos crimes foi definido que houve contatos telefônicos dos agressores com pessoas investigadas peloFBI.

Durante as investigações, foi descoberto também que Tashfeen e Farook planejaram intensamente antes de cometerem os ataques, afirmou Bawdich. 

Com mais esse ataque terrorista, aumenta o estado de alerta em vários países. Desde os ataques a Paris, o Estado Islâmico já tem feito várias ameaças através da internet a França e a outros países da Europa e vem incessantemente atacando onde podem e juram acabar com os infiéis.