Foram feitas buscas nesta quarta-feira, dia 9 de dezembro, na casa e também em todas as empresas de Craig Steven Wright, 44 anos, com o objetivo de investigar o mestre das bitcoins, que está sendo acusado de não pagar impostos. A polícia tentou contactar várias vezes Wright, mas, como não conseguiu, decidiu arrombar a porta da residência do mesmo, situada em Sydney, Austrália.

Segundo a autoridade tributária da Austrália, as buscas não estão relacionadas com o negócio das bitcoins, mas sim, com a suspeita que a polícia tinha, já há algum tempo, sobre o não pagamento de impostos por parte de Craig e de todas as suas empresas.

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Os profissionais de toda a indústria de informática do país, e até de outros países ao redor do mundo, descrevem Craig Wright como um excelente e brilhante empresário, com trabalho em toda a área da criptografia (trata-se de um conjunto de regras que visa codificar a informação de forma que só o emissor e o receptor consiga decifrá-la), mas também, nas redes de segurança online. 

As bitcoins não são mais do que moedas virtuais, que podem circular por todo o mundo, sem qualquer controle. Um bitcoin pode ser transferido muito facilmente por parte de um computador ou smartphone, sem necessitar de uma instituição financeira intermediária. Desta forma, todos os usuários podem transacionar, com muita facilidade, diretamente uns com os outros, sem a necessidade de um intermediário.

Esta moeda virtual tem dado muitos problemas e 'dores de cabeça' a todas as autoridades bancárias, a nível mundial, uma vez que funcionam à margem da supervisão financeira.

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De acordo com os dados recolhidos pelo jornal 'Correio da Manhã', o principal mentor da moeda virtual bitcoin é, o agora investigado pela polícia australiana, Craig Steven Wright.

Segundo a revista 'Wired', só existem duas hipóteses para este caso: ou o Craig Wright é o principal criador da moeda virtual bitcoin, ou, então, ele não passa de um 'brincalhão', que levou todas as pessoas a pensarem que era ele o verdadeiro criador. #Negócios #Curiosidades #Casos de polícia