Portugal, tal como muitos países europeus, se comprometeu em ajudar os países da “coligação” na luta contra o #Estado Islâmico, porém, o país não tem dinheiro para conseguir contribuir. Tal como informa o site “Notícias ao Minuto”, Portugal atingiu o ponto mais baixo de sua participação militar no exterior, muito por causa da falta de apoio para as suas Forças Armadas.

Ainda se recuperando da forte crise que abalou o mundo, Loureiro dos Santos, general português, garantiu que a #Europa devia ajudar financeiramente na defesa dos países que estão em uma posição mais desfavorável.

Em uma altura em que toda a ajuda contra o #Terrorismo é bem-vinda, Portugal não consegue contribuir com sua parte, ainda que fosse sempre reduzida, para o combate a favor da total liberdade e segurança dos países ocidentais.

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Tal como acontece com outros países do Leste da Europa, também Portugal não tem as condições necessárias para responder militarmente às exigências que essa nova guerra exige.

“Era adequado que Portugal também conseguisse dar a sua participação na luta contra o Estado Islâmico, um inimigo que é da Europa e não somente da França”, garantiu o general Loureiro dos Santos, em declarações ao jornal “Diário de Notícias”. Em uma fase na qual somente Reino Unido, Inglaterra e Rússia, dos países europeus, estão participando ativamente, a contribuição de outros países europeus podia ser decisivo na luta contra o terrorismo.

Há poucas semanas, o Estado Islâmico fez questão de garantir que também Portugal, por causa de seu posicionamento de apoio à França, é um dos 60 países prioritários para um possível atentado.

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Em uma altura que o maior grupo terrorista do mundo lança uma ameaça nova quase diariamente, países como Portugal, apesar de não ter dinheiro para apoiar exteriormente, tentam garantir ao máximo a segurança e a defesa dos seus cidadãos, incluindo milhares de brasileiros imigrantes, que estão especialmente atentos às informações sobre o EI, depois dos atentados em Paris, no dia 13 de novembro.