Em um guia inovador, lançado pela Direção-Nacional de Saúde de Portugal, os profissionais portugueses vão ter que respeitar o guia para “Acolhimento de #Refugiados”. Como informa o site “Notícias ao Minuto”, nas 112 páginas do documento, existem várias sugestões e restrições para todos os profissionais de saúde portugueses, incluindo médicos e nutricionistas.

Entre elas, estão o cuidado com a comida apresentada aos refugiados, o fato deles poderem escolher quais são os seus médicos, mas também o cuidado que agora os profissionais terão que ter com relação ao tipo de roupa que vestem.

Apesar de Portugal e de outros países no sul da #Europa não estarem no topo da tabela das preferências dos milhares de refugiados que já se encontram na Europa, os portugueses estão tentando oferecer o máximo de cuidados e direitos possíveis às famílias, que inicialmente tinham países como a Suécia como objetivo, por teoricamente oferecer mais condições que no resto da Europa.

Em um guia muito elaborado, que já está causando alguma polêmica nas redes sociais, a Direção-Geral de Saúde de Portugal quer garantir que a alimentação e os cuidados de saúde dos refugiados que chegam ao país estejam de acordo com as suas religiões e cultura, para que todos consigam se integrarem da melhor forma possível.

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Para isso, todos os profissionais de saúde portugueses têm de ter cuidado com as dietas dos refugiados, que não podem ter carne de porco nem qualquer tipo de álcool. Além disso, todos vão poder recusar o atendimento de certos médicos, apenas por razões culturais.

Como informa o site “Notícias ao Minuto”, no guia é também aconselhado que haja cuidados na forma de vestir de todos os que vão atender os refugiados em Portugal, para que eles se sintam o mais em casa possível. Antes do Natal, é esperada a chegada de 50 refugiados a Portugal, que estava disponível nesse ano para receber cerca de mil.

Porém, a maioria teria recusado a ida para um país que ainda está atravessando uma crise profunda no sul da Europa, preferindo passar dificuldades em campos de refugiados com poucas condições, sobretudo, para idosos e crianças.

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#Crise migratória